O Brasil sofre uma crise política e econômica que envolve diversos partidos políticos e instituições. Na semana passada, milhares de manifestantes tomaram as ruas em protesto contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para Ministro-chefe da Casa Civil.

Após essa manifestação surgiu uma de apoio ao ex-presidente, onde outro milhares de manifestantes que apoiam a nomeação de Lula tomaram as ruas com o grito de: ''não vai ter golpe''. Enquanto alguns apontam para o golpe, outros apontam para o afastamento da presidenta Dilma Rousseff do poder.

Folha de São Paulo divulga pesquisa para a presidência

Para esquentar os ânimos, o jornal Folha de São Paulo, munido de seu órgão de pesquisa, nomeadamente Datafolha, realizou uma pesquisa para intenção de votos a Presidência da República em 2018. Foram testados diversos cenários onde vários políticos foram inseridos como candidatos a presidência.

Em todas elas a candidata Marina Silva aparece como favorita, independente de seus adversários.

O jornal divulgou também a queda do senador Aécio Neves em quase cinco pontos percentuais. Na última semana, o nome do senador foi envolvido na delação premiada de Delcídio de Amaral.

O juiz Sérgio Moro aparece no corpo do texto como candidato sem partido, porém ao montar os infográficos a Folha de São Paulo associou o nome do juiz da operação Lava-Jato como integrante do PSDB, no quarto cenário da pesquisa divulgada pelo centro Datafolha.

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Lava Jato Lula

A enunciação do infográfico é que no cenário estão presentes três tucanos, como são chamados os candidatos do PSDB, Lula e Marina Silva.

Durante o mês de fevereiro foram divulgadas notícias por veículos de informação independentes, como o BlastingNews e a Carta Capital da associação do juiz com o partido. Segundo os portais, seu pai foi um dos fundadores do partido no Paraná.

Outro ponto que levanta suspeita é a acusação de grande parte da população da seletividade nas investigações e no desfecho da Operação Lava-Jato.

Nessa semana, o Supremo Tribunal Federal absolveu o senador Aécio Neves por considerar o depoimento de Delcídio de Amaral insuficiente para julgá-lo. 

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