Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, revelou no início da semana que Lula poderia se tornar ministro para obter foro privilegiado em possível julgamento das inúmeras investigações de que é alvo.

Na terça-feira, 8, uma reportagem do portal de notícias Terra, comunicou que Lula havia informado que não tinha planos de assumir nenhum ministério, a fim de não parecer que está fugindo.

Entretanto, nesta quinta-feira, 10, Jaques Wagner, atual ministro da Casa Civil pediu autorização para Dilma Rousseff para colocar o seu cargo à disposição de Lula. A presidente autorizou e o ministro contatou Lula, que por sua vez achou melhor não aceitar.

No fim da tarde do mesmo dia, promotores do Ministério Público do Estado de São Paulo pediram a prisão preventiva de Lula, o que aumentou a pressão dos petistas para que Lula tome posse de seu cargo de ministro o mais rápido possível.

Segundo a 'Folha de S. Paulo',  após ser aconselhado por petistas, Lula teria pedido um tempo para se decidir, pois quer conversar com outras pessoas sobre os prós e contras de sua ida para a Casa Civil ou qualquer outro ministério, incluindo seus familiares e amigos. Ainda segundo o jornal, Dilma teria permitido que Lula escolhesse o ministério que deseja assumir. Não se sabe se ele aceitará, mas seus 'companheiros' pressionam para assumir um ministério antes que seja preso.

Caso Lula venha mesmo se tornar ministro, a revolta dos brasileiros pró-impeachment irá aumentar e a queda de Dilma será inevitável.

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Por outro lado, se Lula for preso, milhares de militantes petistas prometem transformar as ruas das cidades em uma guerra contra o ‘golpismo’.

De um jeito ou de outro, o brasileiro que votou mal, o que não quis ir votar nas últimas eleições e os que votaram em outro candidato, amargam as consequências de um governo desastroso, com inflação nas alturas e população clamando por misericórdia.

Tirar o PT do poder ou poupar Lula, sem dúvidas, terá consequências, por isso, antes de votar mal ou de optar por não votar, é bom pensar que essas pequenas atitudes, podem gerar esse cenário caótico que os brasileiros vivem atualmente e que até chegar ao ‘final feliz’ ainda vai sacrificar muita gente, a começar por aqueles que perdem emprego pela crise econômica, os que morrem em hospitais sem atendimento e os que passam necessidades por seu dinheiro não comprar como comprava antes da inflação.