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Pela segunda vez consecutiva, nesta terça-feira dia 22 de março, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, indeferiu mais um pedido dos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que seja anulada a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que transferiu os processos do ex-presidente Lula de volta para as mãos do juiz Sérgio Moro na Justiça Federal do Paraná e também cancelou a nomeação do ex-presidente para ser ministro Chefe da Casa Civil no Governo de Dilma.

A ministra Weber afirma que um habeas corpus não pode ser empregado em contestação a decisão da Suprema Corte e por isso indeferiu o pedido dos advogados. Além de Rosa Weber, quem também negou outro habeas corpus vindo da Advogacia Geral da União (AGU), foi o ministro Luiz Fux que alega não fazer sentido habeas corpus originário para o Tribunal Pleno contra ato de ministro.

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O ministro Luiz Fux utilizou da mesma justificativa da defesa de Rosa Weber para explicar a decisão tomada. 

O mais crítico do governo

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, é conhecido por ser o mais crítico do governo federal na Suprema Corte, e para os advogados de Luiz Inácio Lula da Silva a decisão do ministro interferiu em outro segmento que seria no processo das "escutas telefônicas" autorizadas, em Curitiba, pelo juiz federal Sérgio Moro, em uma das fases da Operação Lava-Jato. Os advogados de Lula também comentam que o ministro Gilmar Mendes fez pré-julgamento antes de sua decisão, o que seria ilegal perante a justiça.

Contexto do processo

O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, quer que o contexto desse processo seja dirigido ao Supremo Tribunal Federal pelo juiz Teori Zavascki, que está relatando todas as ações dos esquemas de Corrupção da empresa Petrobrás.

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A presidenta petista Dilma Rousseff, atingida diretamente pelas escutas divulgas pelo juiz paranaense Sérgio Moro, ficou indignada com a falta de privacidade e não aceita esse tipo de investigação contendo o nome dela.