Ultimamente casos de pessoas que defendem o PT sendo xingadas em lugares públicos têm se tornado comum e virado notícia. Um dos últimos casos mais famosos aconteceu com o ator global Zé de Abreu, que estava em restaurante japonês em São Paulo com sua esposa e ouviu ironia de casal anti-PT de que ele "votava no PT mas ia jantar em restaurante japonês", entre outros xingamentos. O caso terminou com Zé de Abreu cuspindo no homem e em sua esposa.

A repercussão do caso foitão grande que foi o assunto mais comentado da internet durante todo o dia e terminou com o ator indo para o Domingão do Faustão paradar a sua versão dos fatos. A atitude e o seu discurso pró-Dilma e PT econtra Cunha e Temer dividiu o público entre os que amaram e os que odiaram e acharam tudo exagerado.

Agora, um caso do "outro lado" virou notícia. O senador Cristovam Buarque, do PPS do Distrito Federal, afirma que foi chamado de "traidor do PT" e "golpista" enquanto estava em livraria de Brasília fazendo compras sábado (30).

Ele contou sobre o acontecimento em sua página oficial do Facebook. Ele definiu o ocorrido como "grosseria" e "agressão verbal".

O senador ainda usou sua página na rede social para dizer que respondeu para a pessoa que ela não sabia em como ele votaria no processo de impeachment e já estava o "agredindo". De acordo com Cristovam, ele respondeu que a pessoa podia chamá-lo de golpista, "mas não de corrupto".

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O senador contou que o petista começou a gritar ainda mais alto, mas que ele teve a "imensa alegria" de ver pessoas do local se aproximando, se solidarizando com ele e o aplaudindo, além de terem começado a gritar mensagens em defesa do impeachment de Dilma Rousseff. Cristovam disse ainda que se surpreendeu com o isolamento absoluto do único manifestante contra o impeachment da presidente.

Cristovam Buarque explicou ainda que não será a "grosseria" que irá intimidá-lo ou decidir o seu voto, mas que esse tipo de comportamento acaba levando os indecisos a votarem a favor do impeachment.

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