A presidente Dilma Rousseff está participando nessa sexta-feira (22) da Assembleia Geral das Nações Unidas realizada em Nova York. Ela discursou durante mais de sete minutos (dobro do tempo destinado a cada participante) e como se previa, ela comentou sobre o Impeachment alegando que o processo não tem base jurídica legal.

O encontro realizado pela ONU visa que diversos líderes mundiais assinem acordo sobre o Acordo do Clima de Paris.

A presidente não fugiu do tema principal do encontro e comentou sobre o avanço no tema climático.

“Esse acordo é um avanço, um marco histórico na construção do mundo que queremos, que tenha um desenvolvimento sustentável”.

Ela afirmou que se sente orgulhosa do seu governo e de estar exercendo um papel importante para a adoção do Acordo de Paris. Ela assegurou também que tomará as medidas necessárias para colocar o acordo prontamente em vigor.

Dilma afirmou que não poderia terminar seu discurso sem comentar sobre o momento grave que vive o Brasil

Após comentar sobre o tema do encontro, a presidente desviou o foco e afirmou que não poderia deixar de comentar à comunidade mundial sobre o grave momento que o Brasil está vivendo.

“A despeito do grave momento que vive o Brasil, quero dizer que nosso país é grande, e possui uma sociedade que soube vencer o autoritarismo e construir uma democracia pujante.

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Nosso povo brasileiro é trabalhador e tem um grande apreço pela liberdade e sem sombra de dúvidas saberá impedir qualquer retrocesso”.

Ao final, ela fez um agradecimento a todos os líderes presentes que expressaram “solidariedade”.

Ainda hoje, ela almoçará na sede da ONU e concederá entrevista a jornalistas estrangeiros.

Logo após discurso de Dilma, Eduardo Cunha enviou nota à imprensa negando que exista um golpe em andamento

Logo após o término do discurso de Dilma em Nova York, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, enviou uma extensa nota à imprensa afirmando que não existe nenhum golpe contra o governo.

Ele também afirmou que a presidente perdeu a sua capacidade de governar e que a alegação de golpe é sem fundamento, pois o processo de impeachment é um instrumento constitucional e legítimo e que cumpre o rito estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal.

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