De acordo com alguns canais de comunicação, a presidente Dilma Rousseff anda com os nervos à flor da pele devido ao processo de impeachment que está bastante avançado, e, nos próximos dias, ganhará um novo rumo.

A Folha de São Paulo publicou um editorial titulado "Nem Dilma nem Temer’’, afirmando que a presidente não tem mais condições de ficar à frente do Governo e, por isso, deveria renunciar. Ela, é claro, não gostou nada e publicou uma resposta em sua página oficial do Facebook.

Confira o vídeo:

Conforme detalhado em uma reportagem da revista IstoÉ,Dilma anda bastante nervosa nos últimos dias, chegando até a se descontrolar e xingar os funcionários. A matéria afirma ainda que a presidente vive à base de calmantes, tudo isso devido à pressão que está vivendo.

O senador Agripino Maia (RN), presidente nacional do DEM e defensor do impeachment, acredita que não há nenhuma chance da presidente renunciar.

Segundo ele, se o país já vai mal atualmente, ficará pior ainda com a possível renúncia.

Já oSenador Humberto Costa (PT-PE) é a favor de Dilma e criticou a postura de Michel Temer, e ainda afirmou que ele não tem legitimidade para ocupar a presidência. "Não tem base social para comandar o governo. Vai ter no Congresso?’’, questiona Humberto. Segundo ele, Dilma ainda pode contar com a maioria no Congresso.

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A ordem entre os petistas é fortalecer o discurso de que Dilma não irá cair. José Guimarães (PT-CE) diz que o povo pensou que afastar a Dilma, seria tão fácil quanto foi afastar o Collor.

Até na imprensa internacional o caso "Fora Dilma’’ já repercutiu, inclusive grandes jornais como o "The New York Times’’ de Nova Iorque, nos Estados Unidos, o britânico "The Guardian’’ e a revista britânica "The Economist’’, todos defendem que a melhor solução para a presidente seria renunciar.

A Folha de São Paulo também defendeu a renúncia de Temer, afirmando que a melhor solução seria convocar novas eleições.

Nos próximos dias, será dado o primeiro passo para o impeachment e, então, saberemos quais serão as chances de Dilma sair do cargo ou, então, continuar.

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