A crise Política que envolve o Brasil,  caminha a passos largos e pode resultar num desfecho próximo; tanto favoravelmente ou contra o governo da presidente Dilma Rousseff. A aproximação da votação no  comissão especial para análise do processo de Impeachment e consequentemente, a votação em plenário da Câmara dos deputados, sob a presidência de Eduardo Cunha, provavelmente para o próximo domingo (17) e com transmissão dos grandes meios de comunicação do País, é fator preponderante que eleva a tensão nos corredores do Palácio do Planalto.

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Integrantes do Governo Dilma, acreditam que a próxima semana será crucial para a presidente, já que o cenário político pode enfrentar  enorme turbulência, com prováveis novas revelações da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, comandada pelo juiz Sérgio Moro.

Fator Moro

O aprofundamento das investigações da força-tarefa, tendo como base a sede da Polícia Federal, em Curitiba, causa calafrios ao Palácio do Planalto. Membros da administração, acreditam que novas revelações, em se tratando de delações premiadas a serem divulgadas podem inflamar ainda mais o processo de impeachment, restando poucos dias para a votação na Câmara Federal.

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Lava Jato Lula

O receio do governo também paira sobre as ações do juiz federal do Paraná, principalmente, em relação às pessoas próximas da presidente Dilma, os ex-ministros da Casa Civil Erenice Guerra e Antonio Palocci, com a possibilidade de que sejam até presos pela Lava-Jato, de acordo com as investigações e conteúdos de delações premiadas. As suspeitas que recaem sobre os ex-ministros Palocci e Erenice, são baseadas nas delações  de executivos da empreiteira Andrade Gutierrez que foram divulgadas nesta semana.

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Os investigadores da Polícia Federal e Ministério Público, sustentam que os ex-ministros de Dilma, estruturaram todo o esquema de desvios de propinas em obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no estado do Pará.

O governo prevê ainda, que o conteúdo das delações dos executivos da empreiteira Andrade Gutierrez, contribuiu para que fosse revertido o placar favorável à presidente Dilma, contra o processo de impeachment na Câmara, que anteriormente, já se contava aproximadamente 200 votos pró-governo.

Hoje, de acordo com integrantes do Planalto, os votos contra o processo de afastamento, estariam em torno de 180.

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