A crise desafiadora enfrentada pelo Brasil atinge níveis altíssimos de tensão Política. O vice-presidente da República, Michel Temer, com apoio da nova presidência do PMDB, sob a gerência do senador Romero Jucá (RR), além dos partidos de oposição ao Governo federal, como: PSDB, DEM, PPS, com apoio de um dos maiores nomes da oposição, o senador Aécio Neves, participam, nesta sexta-feira (08), de ato organizado pela Força Sindical, além de outras entidades sindicais como: UGT, CSB e CGTB. O ato, a ser realizado em São Paulo, tem como objetivo promover apoio ao processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff.

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Pauta de reivindicações

O deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, do partido Solidariedade é quem promove o evento dos sindicalistas da Força Sindical. Paulinho pretende também apresentar uma pauta de reivindicações, como, por exemplo, a garantia de programas sociais e uma política voltada para a manutenção da política do salário mínimo.

Contraponto à CUT

A reunião dos sindicalistas tem como objetivo ser uma voz contrária à CUT, que é associada ao governo, por  se manter  contra o processo de impeachment da presidente Dilma.

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Governo Michel Temer

Antes do ato sindical pró-impeachment, em São Paulo, a cúpula tucana se reúne no Palácio dos Bandeirantes, com o propósito de afinar o discurso em favor do afastamento da presidente da República. O processo de impeachment corre a todo vapor, na comissão especial que analisa o relatório apresentado pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que recomenda a continuidade do processo de impedimento de Dilma, para que seja votado em plenário na Câmara Federal, sob a presidência do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que comandará todo o processo na Casa legislativa.

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Após consumada a votação, se for aprovado o afastamento da mandatária, o processo  será encaminhado para o Senado Federal, que deverá dar a palavra final. O processo, se, por ventura, chegar ao Senado, deverá ser presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, e não pelo presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros.

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