Em uma nota 'fortíssima', como foi considerada pelo site ocafezinho, uma comissão da ONU deixou claro que o órgão está de olho no processo do impeachment no Brasil. A nota foi concisa e fez uma conjuntura breve de todos os últimos acontecimentos na política do Brasil.

Os holofotes estão voltados ao país e ao processo do Impeachment, qualquer mudança na economia brasileira reverbera na economia mundial, afinal, foi o PT que garantiu ao país, o posicionamento como potência econômica. E é esse pensamento que tem a Comissão Econômica dos Países da América Latina e do Caribe - CEPAL, que emitiu uma nota logo após a presidente Dilma Rousseff se pronunciar em uma conferência realizada nos EUA.

Confira o pronunciamento da presidente em Nova York:

Comissão da ONU não perdoou ninguém em sua nota publicada

Para quem defende a permanência de Dilma Rousseff, o 'golpe' como é intitulado o processo de impeachment é claro e vem sendo denunciado nas redes sociais e nas ruas.

Assim como os veículos internacionais de comunicação, a comissão da ONU não deixou de citar todo o processo do 'golpe', que é considerado pelos militantes a favor da democracia e contra a destituição de Dilma de seu cargo de presidente.

Mídia brasileira também é citada em nota da ONU

A mídia brasileira foi citada junto com a citação dos vazamentos ilícitos cometidos pelo juiz Sérgio Moro, onde o telefone da presidente Dilma Rousseff foi grampeado e as ligação divulgadas pela GloboNews. da mídia brasileira, na nota divulgada pela CEPAL a ONU é dura na crítica contra os veículos de comunicação e os vazamentos realizados por eles, incluindo a GloboNews. 

A CEPAL destaca a forma que a imagem da presidente e de seu governo vem sendo tratada e pede respeito a democracia e a presidente, que foi eleita em 2014 pela maioria de votos, como reza a Constituição brasileira.

Os melhores vídeos do dia

Em um excerto do pronunciamento, fica claro que nós estamos sendo vigiados, "...É por isso que nos choca ver, hoje, antes de sentenças ou provas, servindo-se de vazamentos e de uma ofensiva midiática linchatória...", e que por mais que a mídia brasileira seja tendenciosa, os olhos do mundo estão voltados ao Brasil.