O atual vice-presidente - e talvez futuro presidente da República - Michel Temer recebeu no dia de ontem (28) vários deputados, senadores e empresários, dando continuidade às suas articulações para um possível governo, inclusive já montando o seu ministério.

O que não é novidade são as tratativas com o PSDB. O partido tucano pode ser um grande aliado no novo governo, e Temer quer, a qualquer custo, ter os tucanos na situação e não como oposição, nem que isso signifique abrir mão de uma possível candidatura à presidência em 2018. Para isso, o vice-presidente assumiu o compromisso de apoiar o fim da reeleição - o quem implica nele mesmo estar impedido de se candidatar.

Negociações para o possível governo avançam

As costuras e os ajustes para a preparação para assumir o governo continuam avançando. Temer fez os últimos ajustes para tentar garantir o apoio do PSDB e conta com o senador José Serra para assumir um ministério, o de Relações Exteriores - nesse ponto em que se comprometeu com o projeto que acaba com a reeleição.

Entre os empresários que Temer recebeu na manhã de ontem, estava Benjamin Batista, que é presidente do Conselho Diretor do Aço Brasil, que disse:“[...] viemos dar uma atualização ao presidente Temer de como está o nosso setor", além disso, ele complementa dizendo que também fizeram uma sério de propostas a fim de que se consiga recuperar a produção de aço no país.

A fala dos tucanos

O senador Aécio Neves, que foi até São Paulo encontrar com Temer, disse que o vice-presidente não tem como objetivo um novo mandato, tendo dito já a algumas vezes que o seu possível governo será apenas de transição, então porque não apoiar? Segundo Aécio, essa posição de Temer - de se propor a terminar com a reeleição -, surge como um estímulo a que outras forças políticas se somem ao novo governo, e que ele diria "sim" à proposta de Temer.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Lula Michel Temer

Fernando Henrique Cardoso diz que esse governo não pode ter a cara de nenhum partido, que ele denominaria como governo de "emergia nacional", e finaliza: "[....]Quem é que vai se negar a ajudar o Brasil numa emergência?”.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo