No último domingo (17), ocorreu a votação do Impeachment na câmara dos deputados, onde os deputados decidiram se o processo para o afastamento da Presidente Dilma Rousseff teria continuidade. A maioria dos deputados votaram a favor, e o processo agora segue para o Senado.

Na votação do último domingo, era preciso 342 votos a favor para o processo ter continuidade, e 172 para ser barrado. Ao todo teve 367 votos a favor e apenas 137 contras.

Na votação parcial, até o momento 46 senadores são a favor do Impeachment e apenas 20 são contras. Serão necessários 41 votos a favor para o processo ter outra fase, e caso consiga 41 votos contra, é finalizado. Mas se depender das votações parciais, o Impeachment ganha uma nova etapa.

Nova fase

Saiba como funciona, o andamento do Impeachment no Senado

No Senado serão três votações: a primeira se inicia na sexta, 22 de abril.

O Senado recebe indicações de nomes para a comissão. Ao todo, são 21 parlamentares.

10 de maio – Votação na comissão

Em 10 dias (prazo estipulado), o relator apresenta um parecer pela admissibilidade ou não do processo de impeachment. Caso ocorra dez sessões, nestes dez dias, está finalizado a votação na comissão.

12 de maio – Votação em plenário

O documento é lido no plenário, em até 48 horas, votado pelos senadores.

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Lula Corrupção

Até o momento, não há previsão de sessão extraordinária, como aconteceu na câmara. Podendo acontecer até o dia 17 de maio.

Para votação valer, é preciso a presença de pelo menos 41 dos 81 senadores.

Afastamento de 48h, após a votação: Se o senado tornar válida a decisão da câmara, Dilma será afastada por 180 dias, sendo assim, o Vice-Presidente Michel Temer assume o comando.

A sessão final do julgamento, será comandada por Ricardo Lewandowski, Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

A partir desde período de 180 dias começa uma investigação sobre os crimes dos quais a presidente está sendo acusada. Se for absolvida, Dilma reassume o comando, se for condenada, será destituída do cargo e ficará oito anos sem poder exercer qualquer cargo político ou público.

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