O tetracampeão do mundo pela seleção brasileira e atual senador da república pelo estado do Rio de Janeiro, Romário Farias (PSB), mostrou mais uma vez que tem personalidade e já se posicionou sobre o processo de Impeachment da presidente Dilma Rousseff, o “baixinho” afirmou que votará a favor do afastamento da presidente.

Romário já se posicionou antecipadamente, já que a votação do processo de impeachment da presidente no Senado deverá acontecer no início do mês de maio.

Segundo o senador, que se expressou em sua página no Facebook, a votação de domingo na Câmara dos Deputados, na qual o prosseguimento do processo foi aprovado por 367 votos a favor e 137 contra, foi um dia histórico e que sua posição sempre foi pelo fim desse “governo corrupto”.

“Domingo foi um dia histórico ao nosso país. Agora o julgamento chegará ao Senado e eu terei a oportunidade de votar sim, pelo fim desse governo corrupto”.

Em sua nota, ele também comentou sobre os resultados da Operação Lava Jato e pela “avalanche de escândalos” que chocaram o país.

“A governabilidade do país ficou seriamente prejudicada após essa avalanche de escândalos. O uso do verbo ‘chocar’, porque não tínhamos a noção da dimensão da corrupção e nem quanto o mar de lama atingia, o fato é que mesmo que indiretamente, a lama atingia a presidência do país”.

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Romário também afirmou que a presidente petista Dilma Rousseff fez um péssimo governo e em todo o seu mandato e que nunca teve responsabilidade em zelar pelo bem público.

Senador se declarou favorável à novas eleições no país e pela cassação da chapa de Dilma e Temer

Ao final de sua nota, Romário afirmou que um processo de impeachment é algo doloroso para o país, e que funciona como um “remédio amargo” que um médico receitou, que não gostamos de tomar, mas que sabemos que é algo benéfico para curar a enfermidade.

Ele disse que a nação não deve aceitar mais a declaração: “eu não sabia de nada” como aconteceu no primeiro escândalo do “Petrolão” com o mesmo grupo político.

Ele acredita que tudo somente será resolvido se houver eleições antes de 2018 e uma cassação da chapa que elegeu Dilma e Temer por parte do TSE que está avaliando o processo de impeachment.

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