Quinta-feira, 14, o Supremo Tribunal Federal validou o regimento que previa que as votações devem ser iniciadas com deputados da região Norte para a região Sul, e vice-versa. A liminar do PDT foi rejeitada e a ordem determinada por Eduardo Cunha foi mantida.

Logo em seguida, o STF passou a analisar o recurso da Advocacia-Geral da União que pedia que a votação marcada para domingo, 17, fosse suspensa.

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O relator é Luiz Edson Fachin. A análise começou pouco depois das 23h de quinta-feira.

23h16: Edson Fachin, ministro relator do caso, começa a ler o mandado de segurança da AGU. José Eduardo Cardozo está presente. O ministro relator começa a dar o seu voto. Ele relembra que o papel da Câmara dos Deputados é apenas de autorizar o recebimento da acusação e que quem condena é o Senado. 

23h40: Fachin argumenta que a denúncia pode ser questionada no Senado, pois é lá que o contraditório de Dilma será amplo e muito exercido. 

23h45: Por achar que não há o que dizer sobre a nulidade do impeachment, Fachin nega a liminar enviada pelo Governo da tentativa de anular o processo.

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23h48: José Eduardo Cardozo questiona o voto de Fachin.

23h49: O ministro Luís Roberto Barroso começa a argumentar. Ele também vota contra a suspensão do processo.

23h52: Fachin argumenta que a delação premiada de Delcídio do Amaral não poderá ser levada em consideração durante a votação do Impeachment.

23h59: Teori Zavascki também nega a liminar do governo.

00h04: Roba Weber dá mais um voto contra o pedido do governo Dilma de anular o processo de impeachment.

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00h05: Luiz Fux vota igual aos demais e afirma que o papel da Câmara dos Deputados é apenas o de autorizar a abertura do processo. 

00h08: Cármen Lúcia também vota contra a suspensão do processo. Com o seu voto, maioria do STF rejeita pedidos do PT e da AGU.

00h10: Gilmar Mendes também vota rejeitando os pedidos do Partido dos Trabalhadores.

00h13: Marco Aurélio Mello começa a argumentar sobre o seu voto.

Ele é o primeiro a divergir do voto de Fachin.

00h48: Celso de Mello também rejeita a necessidade de medida cautelar. 

00h50: Lewandowski concorda com Marco Aurélio, único a votar a favor do governo, e diz que houve "cerceio de defesa", pois a denunciada não foi ouvida, enquanto os denunciantes foram.

00h55: Votação termina e Supremo Tribunal Federal nega o pedido do governo Dilma Rousseff para barrar processo de impeachment.

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O placar foi de 8 votos a 2. 

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