O vice-presidente da República gravou um áudio de 15 minutos comentando como será o seu discurso na posse do cargo mais importante do país. Tal áudio teria sido gravado por Michel Temer como um 'teste' para ser utilizado no momento de sua posse. No discurso, o vice-presidente diz que o seu Governo será a administração da salvação e vai precisar da colaboração de praticamente todos os partidos. “Aconteça o que acontecer, é preciso construir um governo de salvação nacional”, revelou.

“[...] É preciso que se reúnam todos os partidos políticos – disse em forma de teste por áudio – e todos os partidos políticos estejam dispostos à colaboração para tirar o País da crise”, contou Temer.

Algumas pessoas acabaram descobriram esse arquivo e divulgaram na grande rede.  

Ainda no áudio, Temer é insistente na questão de que para que o País saia de todos esses problemas econômicos e político, será necessária a união de todos e de todas. “Sem essa unidade social, penso que será difícil tirar o País da crise [...]”, continuou a dizer o vice-presidente da República, insinuando os passos que irá dar após a saída de Dilma Rousseff do poder e a consequente retirada de grandes nomes petistas.

Mais adiante, ele se declara como o ‘substituto constitucional da presidente da República’, e afirma que após isso, o Brasil irá se submeter a alguns sacrifícios para que possa sair da crise em que se encontra. Ele conta que sem tais sacrifícios será arduamente difícil que o País engrene novamente e volte a viver os tempos áureos em sua economia.

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Com relação aos programas sociais que o governo petista garantiu, após a ajuda e saída de FHC da presidência, Temer conta que todos eles serão fortalecidos e continuarão a beneficiar o povo mais pobre do País. O peemedebista diz que os rumores de que com a sua entrada no cargo mais alto da República o povo perderia tais conquistas são falsos e que isso jamais aconteceria enquanto ele estiver como o presidente. Temer defende que também irá priorizar a parceria entre empresas privadas e as públicas, pois, segundo ele, é necessário que haja essa união entre o público e o privado, para que o Brasil oferte empregos cada vez mais.