O clima será intenso e de votação no Senado Federal, nessa semana de maio. Os políticos votarão dois processos muito importantes que podem resultar no afastamento de dois políticos do Partido dos Trabalhadores (PT). A ordem de votação ainda não foi estabelecida, mas Delcídio e Dilma não tem pela frente um caminho fácil para enfrentar.

Delcídio foi preso durante as operações da Lava Jato

O senador Delcídio do Amaral (PT) é ex-filiado do PSDB e foi preso em uma ação inédita no país, enquanto senador.

O político foi acusado de atrapalhar as investigações das operações deflagradas na Lava Jato, e teve sua prisão decretada. Durante a prisão, optou por realizar delação premiada e entregou todos os comparsas e políticos envolvidos nos esquemas de corrupção, dos quais tinha conhecimento.

O senador já não exerce a função desde que foi preso e seu destino parece mais certo de que Dilma Rousseff. Nada indica que Delcídio possa ser absolvido e perderá o seu mandato de senador, tornando-se inelegível.

Impeachment de Dilma será votado pelo Senado

O outro processo que será votado no Senado é de maior relevância, por ser o Impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Os senadores decidirão se as 'pedaladas fiscais' cometidas pela presidente são, de fato, um crime cometido por ela.

Com o impeachment aprovado com maioria simples mais um, Dilma será afastada por 180 dias do cargo, e, durante esse tempo, poderá se defender e tentar voltar a ser presidente. Se, ao final do processo for condenada, Dilma ficará inelegível por oito anos, e quem assumirá a presidência será Michel Temer (PMDB).

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Presidente pode cair nessa semana

Os rumores que já cercaram inclusive a presidente, é que ela será afastada durante essa semana pelo Senado. Diversas manobras políticas já foram asseguradas pela presidente durante os últimos dias, como o aumento do bolsa família, ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida e investimentos em projetos sociais.

Esses investimentos deverão ser orçados por Michel Temer, que deverá assumir o governo em breve.

Como as leis foram aprovadas por Dilma em exercício, Temer (PMDB) poderá encontrar problemas para revogá-las e governar da forma que deseja, priorizando a economia do país.

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