Não é de hoje que a atual primeira-dama da República esposa de Michel Temer (PMDB), presidente interino em exercício, é alvo da crítica de pessoas que não gostam nem um pouco do seu estilo de vida. Marcela conheceu o então Chefe do Poder Executivo aos 19 anos, após amargar o vice-campeonato do concurso para Miss São Paulo.

Aos vinte e sete anos, já casada com o político, subiu a rampa do Palácio do Planalto para acompanhar a cerimônia de posse de seu marido e da presidente Dilma Relação Rousseff (PT). Mal poderia esperar ela que hoje seu nome seria associado à uma "dondoca", como chamou o jornal britânico Daily Mail, nesta semana.

Gastos e mais gastos?

Segundo a publicação, ela é uma mulher de gastos exagerados, tal como a rainha Maria Antonieta, que usou verbas do Estado e a sua estrutura desigual para gerar benefícios para si e um estilo de vida opulento e cheio de luxo, enquanto o resto do país vive os efeitos da crise econômica e financeira propiciada pelo governo de seu marido em parceria com Dilma.

O tabloide diz ainda que Michel e Marcela usaram dinheiro público para alugar uma casa própria, localizada no Alto do Pinheiro, uma das regiões mais caras da capital paulistana.

Contudo, não é fornecido nenhum órgão, fonte ou autoridade que confirme a afirmação.

O jornal conta ainda que a casa em que Marcela Temer vive com seu marido, tem 52 empregados e equipe de segurança. São cinco pessoas para seguir a advogada por todos os lugares.

"Ela insistia em ter o melhor, qualquer que seja o preço. O que Marcela Temer quer, Marcela Temer consegue", fala o texto do jornal britânico.

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Lula Michel Temer

O perfil sobre Marcela no jornal fala ainda que o livro escrito por Michel Temer ('Anônima Intimidade') é um relato da sua "esgotante vida sexual".

Na realidade, o próprio presidente em exercício já falou que são reflexões e homenagens à figura feminina.

O jornal, porém, erra em citar fontes erradas e fazer acusações sem propósito, grafando nomes incorretamente e reutilizando falas dadas em contextos diversos.

Uma das primeiras polêmicas envolvendo o nome de Marcela foi a publicação da revista Veja, que a intitulou como "bela, recatada e do lar". O tom conservador da revista fez com que inúmeros internautas se revoltassem e montassem uma campanha pró-feminismo na internet.

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