Para compensar a perda de arrecadação com a correção da tabela do imposto de renda em 5% o governo pretende levar ao Congresso algumas medidas como a criação de tributo sobre heranças e doações. Atualmente não existe cobrança nestes casos, no entanto a proposta foi defendida pelo diretório nacional do PT, em um programa chamado Plano Nacional de Emergência, para minimizar os efeitos da grave Crise econômica que o país enfrenta. Para ter validade ambas as propostas, da correção da tabela do imposto de renda, bem como a taxação sobre heranças e doações, o governo precisa da aprovação no Congresso, onde atualmente não tem a maioria, inclusive a presidente Dilma corre risco de perder o mandato no próximo dia 12, caso o Senado aceite a admissibilidade do processo de Impeachment.

As alíquotas seriam assim distribuídas: Herança entre 5 e 10 milhões, haveria uma cobrança de 15%. Se a herança for entre 10 e 20 milhões, o governo arrecadaria 20% do valor. Se a herança for superior a 20 milhões, haveria uma cobrança de 25%. No caso de doações entre 1e 2 milhões, a cobrança seria de 15%, entre 2 e 3 milhões, a taxação é de 20% e superior a 3 milhões, a taxação é de 25%.

A situação da presidente Dilma é complicada, uma vez que o processo de impeachment está prestes a ser aprovado, e estas medidas poderão ou não entrar em vigor em um eventual governo do atual vice presidente Michel Temer. O vice presidente tem negociado com deputados e senadores para ocupar eventuais ministérios caso Dilma sofra impeachment. Nomes como José Serra, Henrique Meireles estão em pauta para assumir importantes pastas no governo Temer.

Os melhores vídeos do dia

Certo é que o país precisa voltar a crescer o mais rápido possível, daí a necessidade de criar impostos para evitar que a economia piore ainda mais.

Esta semana foi tumultuada com o afastamento do presidente da Câmara Eduardo Cunha pelo STF. Estes fatores políticos agravam a crise instalada no país, e caberá ao possível futuro presidente Michel Temer resolver estas questões econômicas para que o mercado volte a crescer. Depois do dia 12 o país poderá ter um novo presidente e novos ministros, e a economia precisa achar o seu rumo de crescimento e o momento é de união para reverter o quadro negativo que atualmente está instalado em todo o país.