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De acordo com declaração do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, existem provas documentais suficientes que comprovam, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tentou tramar para tentar impedir o prosseguimento das investigações da Operação Lava Jato.

Os documentos comprobatórios que confirmam o envolvimento do ex-presidente, foram apresentados, a Procuradoria Geral da República, pelo senador e ex-líder do PT no senado, Delcídio do Amaral, em seu acordo de delação premiada.

No depoimento de Delcídio ao Ministério Público Federal, o ex-líder petista também afirmou que, em meados de maio do ano passado, Lula o chamou para conversar e para tratar da necessidade de barrar o acordo de delação premiada do ex-presidente da Petrobras, Nestor Cerveró.

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Delcídio do Amaral afirmou que Lula o teria incumbido de comprar o silêncio de Cerveró

O senador também esclareceu ao Ministério Público, que Lula o teria incumbido de “comprar” o silêncio de Nestor Cerveró para proteger o amigo particular de Lula, o pecuarista, José Carlos Bumlai.

O motivo do esforço do ex-presidente para “silenciar” Cerveró, seria a proximidade e a amizade do pecuarista com Lula, proximidade que foi iniciada na primeira campanha de Lula a presidência.

Delcídio afirmou que Bumlai era uma espécie de “conselheiro” de Lula em diversos assuntos relevantes ao governo. Bumlai tinha tanta proximidade com Lula que chegou a ser avalista de Lula em um empréstimo milionário adquirido pelo PT junto ao Banco Schahin.

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Rodrigo Janot em seu pedido ao STF, afirmou que existem vários elementos que comprovam o contato de Lula e Delcídio

O procurador da república em sua manifestação ao STF, apresentou diversos elementos comprobatórios, como e-mails contendo comprovantes de agendamento de reunião de Lula e Delcídio do Amaral, comprovantes que confirmam a locomoção de Delcídio a cidade de São Paulo na mesma data que ocorreu o encontro para tratar do assunto do silêncio de Cerveró.

Na delação, consta a data no dia 8 de maio de 2015, nesse mesmo dia, foram verificadas também diversos registros telefônicos nos quais confirmam os diálogos de Lula, Bumlai e Cerveró.

Em nota, a assessoria do Instituto Lula nega todas as acusações as quais está sendo acusado e disse que todas as acusações descritas acima não passam de meras “suposições” e “hipóteses” que não possuem nenhum valor de prova e que são apenas afirmações que antecipam o juízo de forma inaceitável e ofensiva.

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