Aconteceu nesta terça-feira (17), a primeira reunião após o afastamento de Dilma Rousseff das atribuições da presidência da república. O Governo sofreu uma derrota de 55 votos favoráveis a 22 votos contrários ao processo de “impeachment”.

Organizada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que admite a importância do retorno de Dilma ao país. O petista argumentou que há princípio, já tem um percentual de mudanças de votos entre 10 a 12 senadores, que estão sendo trabalhados, o que possibilita a modificação do resultado no Senado Federal.

E por falar em Senadores, Lula informou que os Parlamentares Acir Gurgacz (PDT-RO), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Omar Aziz (PSD-AM), já fazem parte de outro planejamento, uma vez que dois deles já tinham se comprometido com o voto contrário e no momento da votação, não fizeram o combinado.

A melhor estratégia será a técnica do convencimento, afinal, o prazo de 180 dias é ideal para a divulgação do ‘Golpe’, ademais, a nação precisa de tranquilidade.

Todos os Senadores do Partido Trabalhista (PT) marcaram presença para discutir e reforçar os métodos para derrubar os votos anti-Dilma.

Operação “formiguinha”, esse é o nome dado à nova estratégia do PT para alavancar Dilma Rousseff, será focada em dois quesitos primordiais, ou seja, logo que iniciar o período de instrução processual, deverá ser o momento certo para o uso da técnica de convencimento dos Parlamentares, pois, os petistas acreditam que Dilma vai conseguir retornar à presidência antes da etapa final, ou seja, o julgamento que apura a condenação por crime de responsabilidade, não vai necessariamente acontecer.

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Lula Michel Temer

Segundo Lula, o processo de impeachment não passa de um ‘Golpe’ e será divulgado nacional e internacionalmente com a finalidade de alertar os Senadores sobre a injustiça que a presidente vem sendo vítima. Também lembrou que, o presidente Temer vai sofrer as pressões necessárias durante o período de afastamento de Rousseff

Por fim, em informações relatadas ao “Correio Brasiliense”, além das estratégias para o retorno de Dilma, os petistas aproveitaram para discutirem e acordarem sobre a oposição ao partido de Temer, que segundo eles será pacífica, diferentemente, dos peemedebistas quando da oposição faziam parte, afirmou.

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