O atual presidente interino do Brasil, Michel Temer, está programando, junto com sua assessoria, um pronunciamento, no qual irá detalhar, em rede nacional, a real situação das contas públicas do Brasil,nesse momento de Crise econômica em que ele acaba de assumir a presidência.

Em seu pronunciamento aos brasileiros, Temer quer mostrar a real situação dos rombos nas contas públicas, deixadas de “herança” pela presidente afastada, Dilma Rousseff.

Inicialmente, segundo reportagem da Folha de São Paulo, a situação econômica do país encontrada por Temer é muito pior do que se esperava e se imagina por sua equipe de governo.

Em pronunciamento, Temer também falará dos programas sociais sem recursos

Michel Temer não irá citar somente assuntos referentes à área econômica, mas também citará programas voltados para a área social. Segundo a assessoria de Temer, muitos programas sociais foram criados pelo governo Dilma de forma irresponsável, ou seja, sem recursos financeiros necessários para pagamento de despesas e sua manutenção.

Rombos nas contas públicas podem chegar a R$ 150 bilhões

Na manhã dessa quarta-feira (18), já houve uma reunião com senadores aliados para discutir assuntos referentes aos programas sociais com recursos escassos.

A expectativa é que Temer somente faça o pronunciamento da real situação fiscal do país, após receber todos os levantamentos em suas mãos.

Segundo a nova equipe econômica, em alguns casos, o rombo nas contas públicas podem chegar aos incríveis R$ 150 bilhões. O valor precisosomente será conhecido na quinta ou sexta-feira, quando a equipe econômica irá definir o valor exato do déficit para esse ano.

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Michel Temer Política

Equipe econômica de Dilma já havia divulgado um déficit de R$ 96,7 bilhões, em 2016

O valor divulgado pela equipe de Dilma Rousseff já está descartado pela equipe de Temer, que já o considera como defasado.

As equipes dos ministros Romero Jucá (planejamento) e de Henrique Meirelles (fazenda), em seus primeiros cálculos, verificaram que o rombo das contas públicas de 2016 poderá superar os R$ 120 bilhões.

O grande desafio, a partir de agora, é não deixar que esse valor aumente no decorrer do ano, a expectativa é que seja aprovada uma nova fonte de receitas para o governo, como no caso da recriação da CPMF.

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