Nesta semana, a presidente afastada Dilma Rousseff, resolveu conceder uma entrevista aos representantes franceses através da revista semanal L'Express. O editorial contou com a publicação na quarta-feira (29), em que Rousseff afirmou com convicção a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para representar o país no qual tanto investiu.

Uma reportagem da revista "EXAME" trouxe as declarações da presidente Dilma, que por sua vez, revelou sobre a possibilidade de impedirem a candidatura de Lula, segundo ela, seria "a razão principal do golpe de Estado", ainda reforçou enfatizando que o ex-presidente não pode ser impossibilitado se apresentar "à Presidência", ainda continuou: "Hoje em dia, apesar de todas as tentativas de destruir a sua imagem, Lula continua entre as pessoas mais amadas.

Eu posso te dizer que ele vai se apresentar na próxima eleição", concluiu a petista.

A presidente ainda argumentou naentrevista que se sente extremamente "injustiçada", uma vez que foi retirada do poder sem a mínima culpa, e que não cometeu crime de responsabilidade. Ressalvou que a única coisa que tem ciência de ter realizado foi a aprovação de poucos decretos para créditos complementares direcionados, inclusive, para hospitais.

Ainda argumentou que não fez nada que desabone a sua conduta, pois, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, realizou os mesmo procedimentos por diversas vezes e nada aconteceu. Em seguida, retomou em defesa do PT alegando que não tinha ciência nenhuma sobre o forte esquema de corrupção que acontecia dentro da Petrobras, o qual vem sendo investigado pela Operação Lava Jato. Lembrou sobre os grampos e novamente, disse ser um crime gravar conversas do presidente da república.

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Lula Política

A presidente afastada Dilma Rousseff passa por uma situação complexa, pois, tramita no Senado Federal um processo que vai decidir sobre o seu futuro, o que deve ocorrer em meados do mês de agosto, ainda desse ano.

O julgamento será um momento único e vai definir entre a decisão de absolvição ou condenação. Na primeira, a presidente Dilma Rousseff poderá retornar as suas atividades da Presidência da República normalmente.

Já com relação a segunda, uma vez condenado perde todos os direitos eleitorais e sofre as consequências naturais do processo de 'impeachment', estabelecidos pela Constituição Federal da República.

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