Atualização: Fontes reais ligadas à ex-presidente Dilma alerta que houve um erro na reportagem publicada na revista Isto É. Suposta conta bancaria não seria de Dilma como descreve na fonte da informação, e sim de uma suposta pessoa ligada á ela. Confira a informação correta e corrigida sobre o caso "Conta na Suíça não seria de Dilma, mas sim de aliados, dizem fontes"

A notícia que vai abalar o país, divulgada pela revista Istoé, revela “bomba” sobre a presidente Dilma Rousseff.

Uma reportagem exclusiva mostra o histórico de uma conta da presidente na Suíça, com informações na qual Dilma recebe no ano de 2012 propinas da famosa “Operação Angola”. A revista já circula por todo pais, levando espanto e revolta para o povo brasileiro.

De acordo com a notícia, foi feito um depósito na suposta conta CH3008679000005163446, que seria da presidente, na quantia de US$ 237 milhões. A conta foi aberta no banco Morgan Stanley, nos Estados Unidos, em 2012.

A reportagem da revista Istoé deixa claro o fato e provas de onde veio o dinheiro.

Giles Azevedo era chefe de gabinete de Dilma Rousseff, assessor parlamentar e de suprema confiança. Giles é considerado os ouvidos e olhos da presidente, e é a pessoa que tem autorização para falar em seu nome, Dilma confia muito em Gilez Azevedo, principalmente em seus trabalhos de maior responsabilidade. Provas contra Gilez mostram que ele é o homem por trás de Dilma e que ele buscou recursos ilegais para campanhas da presidente.

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Corrupção Política

A procuradoria Geral da Republica obteve todos as dados fornecidos e conta bancária secreta de Dilma Rousseff, e sem nenhuma sombra de dúvidas, de acordo com eles, todos os documentos apresentados são provas reais com fotos e cópias originais, comprovando também valores e movimentação das contas bancárias.

O Ministério Publico Suíço enviou ao Brasil uma série de documentos, entre eles documentos pessoais de Dilma, visto norte-americano, passaporte, data de nascimento, nome completo e também um endereço de uma casa em um condomínio de luxo no valor de US$ 3 milhões.

Dados comprovam também uma conta da presidente nos EUA nos últimos três anos.

Os documentos fornecidos pela Suíça foram importantes para uma nova investigação. Os dados mostram que a presidente Dilma era cliente de um banco nos Estados Unidos, com o nome de Meryll Lynch, que hoje é o atual Julius Baer. A presidente é cliente desse banco desde 2012.

Ainda em 2012, Dilma abriu uma conta em uma filial do mesmo banco em Nova Iorque.

Passados três anos, a presidente fez uma transferência de conta dos EUA para um banco em Genebra, na Suíça.

O dono do banco na Suíça mostrou o histórico de Dilma no ano de 2016, com uma movimentação no valor de mais de R$ 680 milhões. Dilma diz que esse dinheiro foi usado para campanhas políticas.

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