A presidente afastada, Dilma Rousseff, usou as redes sociais para parabenizar o acordoassinado nesta quinta-feira (23) entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (as FARC) e o governo colombiano, afirmando que é um acordo histórico.Ao fazer um comparativo entre a ação pacífica dos povos latinos-americanos, a presidente publicou em seu Twitter que o atual governo é "provisório, interino e que apresenta consequências nefastas", chegando a dizer que Michel Temer é a parte negativa de sua gestão.

É claro que os internautas não perderam tempo. Retuitaram e responderam o post da presidente. Os que apoiam o impeachment contra Dilma enviaram mensagens atribuindo à ela a culpa de um país sem emprego, oabastecimento dos caixas do Partido dos Trabalhadores (PT), e da escolha do vice-presidente em sua campanha.

Foram tantas reclamações de pessoas que apoiam o atual governo que aqueles que são contra quase não se manifestaram. E assim como ocorreu recentemente em postagens de Michel Temer no Twitter, as poucas manifestações ficaram abafadas diante dos questionamentos da população.

Apoio à Cuba

Dilma ainda comentou que os brasileiros apoiam o acordo de paz e são amigos de Cuba. Vale lembrar que nesta semanaa imprensa noticiou que mais de 600 toneladas das reservas de feijão foram doadas a Cuba.

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Michel Temer Política

O produtofoi doado segundoação prevista na Lei 12.429, de 20 de agosto de 2011, “que autoriza o governo federal a doar estoques públicos de alimentos para assistência humanitária internacional”. Alguns internautas acham que o aumento no preço do feijão no Brasil é culpa desta doação, mas valeesclarecer que o clima foi o principal fator para as altas no preço do produto.

As redes sociais têm sido um grande aliado dos políticos e sobretudo do povo.

É possível ver com frequência as postagens de apoio ou repulsa da população diante da posição econômica e manifestações dos políticos.

Erro da imprensa

A presidente postou anteriormente que a imprensa ,ao se antecipar aos fatos, acaba por passar a notícia errada, referindo-se à reportagem de Ricardo Brandt e Julia Affonso sobre aLava Jato no site do Estadão, na tarde desta terça-feira, 21 de junho.

A reportagemafirma que Charles Capela de Abreu teria sido"assessor da presidenta Dilma Rousseff."

Aassessoria de imprensa da presidente afastada informou que, ao contrário do que noticiou o site, Charles Capela "não é – nem jamais foi – assessor da presidenta Dilma Rousseff."

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