A Força-Tarefa apresentou uma nova denúncia contra o ex-ministro José Dirceu, o ex-diretor de serviços da Petrobras Renato Duque e outras cinco pessoas.

Essa nova denúncia consiste em quem está no centro dessa nova denúncia, que é uma empresa de tubulação, a Apolo Tubolars. Ela teria feito um contrato milionário com a Petrobras, com a intermediação do ex-diretor Renato Duque.

Para se ter uma ideia, o contrato inicial era de R$ 255 milhões, mas com a intervenção de Duque esse valor foi para quase o dobro, R$ 450 milhões.

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Essa empresa de tubulação conseguiu o contrato e ficava na gerência de materiais, que era subordinada ao Renato Duque e, para que ela conseguisse esse contrato milionário com a Petrobras, ela pagou R$ 7 milhões de reais, em propina. Parte desse dinheiro R$ 2,1 milhões de reais teriam sido desviados para o ex-ministro José Dirceu, que representava o núcleo político que comandava a diretoria da estatal petrolífera.

Então foi feita uma engenharia de lavagem de dinheiro, até que esse dinheiro fosse repassado para o ex-ministro José Dirceu.

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Lava Jato Corrupção

É isso o que diz essa nova denúncia.

Dirceu ainda não é réu novamente porque essa denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Federal. Se o juiz Sérgio Moro aceitar, o ex-ministro passará a ser réu da operação Lava Jato novamente. Lembrando que ele já foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão, a pena foi até maior, porém houve uma redução, ainda assim é a maior pena aplicada aos acusados na operação Lava Jato.

Outra denúncia da operação Lava Jato

O ex-tesoureiro do PP, João Cláudio Genú, e mais três pessoas viraram réus.

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Os crimes são de Corrupção e lavagem de dinheiro. O juiz Sérgio Moro aceitou a denúncia contra o ex-tesoureiro do PP e outras cinco pessoas. Ele alegou que todas essas pessoas participaram do esquema de corrupção da Petrobras.

Nesse caso envolvia o núcleo da diretoria de abastecimento que, de acordo com as investigações, era comandada pelo Partido Progressista.

O Genú era assessor do José Janene, deputado que morreu em 2010, e era também tesoureiro do Partido Progressista.

Então nessa acusação, no qual ele virou réu, é acusado de ter recebido pelos menos R$ 6 milhões de reais em propina. Isso mesmo depois de ter sido cancelado na ação do mensalão.

Ele não chegou a cumprir a pena, pois ela prescreveu.

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