Governabilidade é uma palavra muito importante para países que vivem no regime presidencialista. Aqui no Brasil, mais do que qualquer outra situação, foi a falta de governabilidade e apoio no Congresso Nacional que culminou com o afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Porém, para alcançar a tão sonhada maioria na base aliada, é necessário muita política nos corredores de Brasília. Com 513 deputados e 81 senadores, sempre algum parlamentar vai querer cobrar um favor ou pedir uma atenção maior a algum projeto do seu interesse.

E para se conseguir a famosa governabilidade, um grupo é primordial: o "Centrão" da Câmara. Formado PP, PR, PSD, PTB, PRB, SD, PTN e outros seis partidos nanicos, o Centrão mostra sua força com 218 deputados, que por muitas pessoas em Brasília é apontado como liderado por Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

 O objetivo primordial do Centrão nesse instante é procurar emplacar um nome para substituir Eduardo Cunha na presidência da Câmara.

Quatro opções são estudadas dentro do grupo: Rogério Rosso (PSD-DF), que presidiu a Comissão do Impeachment, Jovair Arantes (PTB-GO), relator da Comissão, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e André Moura (PSC-SE), um dos mais fiéis a Cunha.

A própria presidente Dilma Rousseff, após afastada, já comentou sobre as alianças que fez durante seu governo e o apetite voraz dos parlamentares. Michel Temer precisou utilizar do mesmo expediente.

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Michel Temer

Se aliou para poder costura o impeachment, agora sofre com as pressões e as pautas impostas pelo Centrão na Câmara.

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