Para arrecadar dinheiro e custear as viagens da presidente afastada, Dilma, criaram, nesta quarta-feira, dia 29, um projeto "crowdfunding", mais conhecido como vaquinha virtual, para financiar a campanha contra o processo de #Impeachment.

O projeto foi criado na plataforma “catarse.me”, e batizado de "Jornada pela Democracia - Todos por Dilma", e tem por meta arrecadar R$ 500 mil.

O projeto de arrecadação pode ser considerado um sucesso, pois, em menos de 24 dias já atingiu mais de 50% da meta, e contava com apoio de mais de 3 mil pessoas, que doaram R$ 254,7 mil.

E, embora na campanha estivesse previsto o ressarcimento aos cofres públicos do uso dos aviões da Força Aérea Brasileira, a presidente afastada desistiu, em razão do alto custo, de utilizá-los como meio de deslocamento.

Ação judicial

A juíza federal Daniela Cristina de Oliveira Pertile acolheu a ação da presidenta #Dilma Rousseff e autorizou a utilização de aviões da FAB fora do trecho Porto Alegre-Brasília / Brasília-Porto Alegre.

A Juíza destacou que a necessidade de segurança pessoal impossibilita o uso de aviões comerciais, e, considerou também, o direito de deslocamentos aos locais considerados necessários à defesa da presidente no processo de impeachment.

Mas determinou que fosse efetuado o ressarcimento dos gastos com as viagens aos cofres público.

Restrição

Após decisão do Senado Federal de aprovar o afastamento, a presidenta Dilma recebeu notificação informando sobre a instauração do processo de impeachment e da manutenção, durante o período de afastamento, das prerrogativas do cargo, inclusive o transporte aéreo e terrestre sem delimitações de trajeto.

Os melhores vídeos do dia

Mais tarde, com base no parecer da Subchefia de Assuntos Jurídicas da Casa Civil, que argumentou que, em razão do afastamento, a presidente Dilma Rousseff não tinha compromissos oficias que demandassem deslocamento com aviões da FAB, foi imposta restrição ao uso dos aviões apenas no trecho Porto Alegre-Brasília / Brasília-Porto Alegre devido à presença de familiares com residência na capital gaúcha.

Após ter conhecimento da decisão, o ex-ministro e advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, declarou que “não cabe ao Executivo tratar desta questão, uma vez que o processo de impeachment que afastou Dilma da Presidência é responsabilidade do Legislativo, com regras chanceladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF)” #Dentro da política