Desde que a presidente Dilma Rousseff (PT) foi afastada, diversos rumores sobre seu retorno tem surgido. Michel Temer poderia renunciar assim como Dilma para que novas eleições aconteçam, são diversas as especulações sobre o futuro do país. As pesquisas apontam uma insatisfação geral de toda a população com o sistema político e não se veem representadas através dos parlamentares atualmente eleitos.

Em recente pesquisa realizada pelo IBOPE, os índices de rejeição da população brasileira são altíssimos.

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Antes no governo de Dilma Rousseff, a insatisfação parcial ou total com seu governo chegava a 70%. Com Michel Temer (PMDB-RJ) as coisas não parecem ter melhorado. O presidente interino possui um índice de rejeição de 83%, superior ao índice que registrou Dilma Rousseff enquanto presidente. 

Dilma não volta, segundo enquete do PTB 

O resultado dessa pesquisa demonstra que os brasileiros não se sentem representados pelos políticos atuais. Esse índice leva ao reforço de uma discussão já pleiteada pela esquerda e pela direita: novas eleições. 

Esse deve ser o novo caminho, após o PTB realizar uma enquete virtual onde perguntava aos brasileiros se eles desejariam o retorno de Dilma.

Mais de 17 mil pessoas votaram durante os dias em que o partido manteve aberta as votações da enquete que perguntava aos internautas sobre o possível retorno de Dilma.

O resultado da pesquisa revelou que a população não quer que a presidente Dilma Rousseff (PT), retorne a presidência. Mais de dez mil dos entrevistados votaram no não, chegando a quase 60% do total dos internautas que responderam a enquete. Somente 47 pessoas votaram que no 'não sei', no total foram 17.296 votos registrados pelo PTB.

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Dilma deve ser julgada em agosto

Até o final de agosto a presidente Dilma Rousseff (PT) será julgada pelo processo do Impeachment que levou no seu afastamento da presidência. Já são quase dois meses que Michel Temer assumiu a presidência como presidente interino, e se Dilma for condenada, Temer continua como presidente até o final do mandato, em 2018. Isso tudo se não ocorrer novas eleições, que podem acontecer a qualquer momento, desde que o STF entenda que esse seja o desejo da maioria da população.

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