Nesta quarta-feira, 17, a jornalista Patrícia Lélis, que acusa o deputado federal Marco Feliciano, do PSC, de tentativa de estupro, foi entrevistada ao vivo pela apresentadora Luciana Gimenez, no 'SuperPop', programa exibido pela RedeTV!. Vídeos sobre o caso foram exibidos. Um especial chama a atenção, mostrando uma suposta negociação entre Lélis e o chefe de gabinete de Feliciano. Investigadores suspeitam que ela estava tentando coagir o político para conseguir o silêncio dele. Patrícia, que se intitula como evangélica e ex-militante do #PSC, argumenta que o vídeo teria sido editado e que ele não mostraria a verdade completa. 

Gimenez então começou a ficar incomodada com o fato do tempo todo a jornalista se contradizer e colocar culpa em outras pessoas, na mídia e até na Polícia pelos pontos estranhos do caso.

"Em nenhum momento você ficou com medo? Porque, como assim? Você conhece todo mundo, diz que todo mundo está contra você e está aqui. De duas uma, ou você é mentirosa, ou da KGB", disse a comunicadora citando o órgão espião da extinta união soviética. Após as diretas de Luciana, Patrícia disse que só falaria através de sua advogada e um intervalo comercial foi chamado às pressas. 

A advogada disse então que estava há apenas 24 horas no caso e que estava confrontando muitas provas que teriam sido apresentadas por #Marco Feliciano. A jurista foi identificada pela RedeTV! apenas como Rebeca. Segundo ela, existe uma representação ao Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, para que ele peça ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito contra o deputado federal. Por ter foro privilegiado, Feliciano só pode ser investigado com a autorização do Supremo. 

Luciana Gimenez deixou claro que o caso estava muito confuso e mostrou um vídeo de um dos advogados do político, dando outra versão sobre o caso.

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Feliciano já havia feito uma publicação na qual se diz inocente e que tem total apoio de sua família e do partido para vencer mais essa acusação em sua carreira política.