Muitos que acompanham a política no Brasil já devem ter escutado o nome de Léo Pinheiro. Ele é o ex-presidente da OAS, tendo nome verdadeiro de José Adelmário Pinheiro Filho. Há pouco tempo, elepassou a ser investigado, junto com várias outras empreiteiras, parlamentares e empresários, na Operação da Lava Jato.

No começo de seus encontros com o temível juiz federal da 13ª Vara Federal do estado de Curitiba, Sérgio Moro, Pinheiro permaneceu em silêncio.

Porém, depois de um certo tempo, o empreiteiro revelou que iria contar tudo o que sabia sobre o esquema de corrupção a qual participava.

No último depoimento que Léo fez perante Moro, disse que teve participação em uma reunião especial com o ex-senador Gim Argello, em que discutiram como poderiam barrar as investigações da CPI da Petrobras.

Além de Argello, que no tempo era vice-presidente da Comissão, o ex-senador Vital do Rêgo, acredite se quiser,era o então presidente da CPI, e o ex-ministro Ricardo Berzoini estavam presentes na reunião mencionada por Pinheiro, que tinham os mesmo objetivos em comum: barrar a CPI de uma vez por todas.

Léo Pinheiro e a Justiça

Recordando um pouco dos últimos acontecimentos que deixaram o Brasil alerta, no primeiro depoimento de Pinheiro perante o juiz Sérgio Moro, permaneceu-o em silêncio. E algo que deixou muitos revoltados foi que, dias antes deste depoimento, a Procuradoria-Geral da República teria barrado as negociações de delação premiada de Léo Pinheiro. Segundo Rodrigo Janot, a decisão foi tomada por haver vazamento do acordo da delação pela revista 'Veja'.

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Polícia Lava Jato

No dia 5 de setembro, o empreiteiro havia sido preso novamente. Moro informou a partir do momento de anunciar a prisão pela segunda vez de Léo Pinheiro que, a prisão não tem nada a ver com a suspensão das negociações que estavam sendo feitas para delação premiada. O pedido de prisão de Pinheiro foi feito há muitos meses, em março, porém Moro disse que não tomou uma atitudes antes pois estava esperando o andamento das investigações sobre o caso.

Léo não está nada bem com a Justiça, além destas acusações, ele está respondendo severamente por beneficiar o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, quanto aosítio em Atibaia e no Tríplex em Guarujá, além de suposta atuação no esquema de cartel de empreiteiras da Petrobras.

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