Durante um discurso realizado na segunda-feira (27), o ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva demonstrou toda a sua revolta e indignação contra as ações que estão sendo feitas pelo Ministério Público Federal. Ele não comentou sobre a prisão do ex-ministro que foi seu “braço direito” em seu primeiro mandato, em 2002, Antônio Palocci, que foi preso na 35ª fase da Operação #Lava Jato, também na tarde dessa segunda-feira, mas criticou os responsáveis pelas investigações que apontaram o seu envolvimento em esquemas de corrupção e de lavagem de dinheiro. Para o ex-presidente é inaceitável, que um “menino procurador”, o acuse de ter montado uma quadrilha.

A citação de Lula foi direta ao procurador Deltan Dallagnol que se tornou um verdadeiro porta-voz das ações que são feitas na Lava Jato.

“Sou um cidadão indignado. Não posso ficar calado e aceitar que um menino procurador me acuse de ter montado uma quadrilha”.

Na continuidade de seu discurso, que ocorreu durante sua participação em apoio a candidatura de Jandira Feghali a prefeitura do Rio de Janeiro, Lula defendeu seu partido e sua estadia de oito anos na presidência.

“A quadrilha que eu montei tirou 30 milhões de pessoas da situação de miséria. A quadrilha que gerou 22 milhões de empregos ao país”.

Lula voltou a sinalizar que deverá se candidatar em 2018

Visivelmente indignado durante a sua fala, Lula voltou a sinalizar a mídia que deverá se candidatar a presidência da república nas próximas eleições em 2018.

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Ele afirmou que as acusações que estão sendo feitas pela justiça, não passam de “perseguição” daqueles que desejam vê-lo definitivamente longe da política.

“Se vocês me perseguem para eu não ser candidato, saibam que passaram a ser meus maiores cabos eleitorais”.

Além de criticar a força tarefa da Lava Jato, Lula criticou ex-aliados, como o senador Marcelo Crivella, o atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes e o ex-governador do estado do Rio, Sérgio Cabral. O alvo maior de Lula entre os políticos citados acima, foi Marcelo Crivella que já foi ministro no governo do petista. Lula não aceitou a posição do senador na votação final do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Crivella foi a favor do impeachment de Dilma.

 

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