O presidente do Brasil Michel Temer foi enfático e disse em uma entrevista ao site do jornal norte-americano, "The Wall Street Journal", que a incerteza política no Brasil já passou e que o governo tem respaldo da segurança jurídica, para cumprir todos os contratos. Temer comentou que irá tirar o Brasil da crise econômica com o investimentodo capital privado e estrangeiro.

A entrevista durou 40 minutos e foi a primeira do presidente à um veículo estrangeiro, depois que ocorreu a cassação do mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, no Senado.

Após esse período turbulento no cenário político brasileiro, Temer disse que todos os contratos serão cumpridos. A publicação norte-americana comentou que o presidente do Brasil aguarda que os estrangeiros façam suas ofertas de investimentos para o país.

Segundo o site do jornal, ainda é necessário um tempo para saber se Michel Temer trará de vez a paz para o país ou se ele irá se perder em meio a tantos protestos. O presidente disse que as manifestações que ocorreram são democráticas e que respeita os protestos.

Prioridades

Nos próximos meses o governo definiu algumas prioridades para "alavancar" a economia. As reformas que Temer espera para aprovação são daPrevidência e dezenas de projetos de infraestrutura.

O jornal também comentou que a disputa entre PT e PMDB pelo poder, pode atrapalhar um poucoas medidas do presidente. O propósito do peemedebista é a unificaçãoe a pacificação das ações, para manter a tranquilidade no governo.

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Michel Temer

Teste-chave

O governo brasileiro terá um teste-chave em outubro, quando será analisada pela comissão da Câmara, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que impõe teto para os gastos do governo. Michel Temer ressaltou que confia nos políticos que irão decidir sobre a PEC. Pois a intenção é colocaropaísnos trilhos.

Temer também comentou sobre as eleições americanas, dizendo que para o Brasil não importa qual candidato irá vencer.

De acordo com o presidente, as relações Brasil e EUA são institucionais, independente de quem seja o presidente.

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