Michel Temer, recentemente, visitou Goa, Índia, onde ocorrera uma reunião com os países membros da Brics. Da Índia, o presidente se deslocou para o Japão, onde concedera uma entrevista aos jornalistas locais.

Em entrevista,Michel Temer destacou a importância da PEC 241, que visa cortar gastos públicos. O presidente ainda afirmou que o Brasil passa por um período de "recomeço". Temer se reunirá com empresários locais, além do primeiro-ministro, e com o imperadorAkihito.

Aos jornalistas,Michel Temer afirma que a PEC 241 será enviada para votação no Congresso Nacional em breve.

Ele salienta que este projeto de lei é importante pelo fato de que o Brasil hoje, gasta mais do que arrecada.

Segundo o mesmo, havendo este freamento nos gastos descontrolados, o brasileiro tende a ganhar. Como benefício inicial, ele cita a geração de novos empregos, tendo em mente que, atualmente, há mais de 11 milhões de desempregados no país.

Temer ainda ressalta a importância da PEC, no que se refere à manutenção da previdência. Segundo ele, as medidas que poderão ser adotadas com base na lei, garantirão ao contribuinte da previdência o direito à aposentadoria futuramente.

Resumo básico sobre a PEC 241

Um dos assuntos da viagemdeMichel Temer à Índia e ao Japão foi, justamente, o anúncio deste projeto de lei. Crente de que efetivamente ocorrerá a aprovação no Senado, o presidente fez questão de citar os benefícios da PEC.

O problema é que, apesar de ser uma medida necessária, inevitavelmente haverá cortes em vários setores importantes. Dois exemplos são a saúde e a educação. Muitos críticos da PEC, frisam que os cortes nestas áreas afetarão o cidadão que necessita da saúde pública.

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Polícia Michel Temer

A visão dos críticos é que, se hoje em dia o SUS não consegue atender a todos satisfatoriamente bem, imagina quando tiver cortes?

Sobre a educação, na prática, projetos como o Pronatec podem ser impactados. Ou seja, os investimentos poderão diminuir, e, com isso, menos estudantes serão beneficiados. Se aprovada, esta lei de redução dos gastos públicos, será vigente já em 2017.

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