Após ter o processo por quebra de decoro, decorrente de sua homenagem ao coronel Brilhante Ustra, arquivado na última quarta-feira (9), o deputado Jair Bolsonaro participou da primeira semana de instrução do processo, também por quebra de decoro, mas contra Jean Wyllys, que cuspiu no seu rosto no dia da votação do impeachment de Dilma Rousseff na Câmara.

O deputado federal do PSOL recebeu seis representações pedindo sua cassação e acabou tornando-se réu do Conselho de Ética.

A Mesa Diretora sugeriu seis meses de suspensão não remunerada.

Na última quarta-feira (9), durante sessão do Conselho de Ética sobre o processo de quebra de decoro de Jean Wyllys, o deputado Glauber Braga acusou Bolsonaro de perseguir o réu do processo e de ofendê-lo com frequência. Glauber também chamou Bolsonaro de mentiroso. Jean Wyllys não compareceu à sessão para se defender. Segundo as últimas atualizações de sua página oficial, o deputado encontra-se fora do país.

Em resposta às acusações, Bolsonaro disse que Glauber Braga defendia Jean como se eles fossem marido e mulher. O deputado do PSC ainda salientou que Glauber não tem moral para falar dele, pois é defensor da guerrilha armada. Braga até homenageou Marighella no dia da votação da admissibilidade do impeachment de Dilma.

Bolsonaro disse, logo no começo de sua fala, que o opositor não iria lhe tirar do sério, pois qualquer acusação vinda o parlamentar do PSOL, e levando-se em conta o caráter do mesmo e sua vida pregressa, já era motivo de orgulho para ele.

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Jair Bolsonaro

Em dado momento, Bolsonaro debochou da fisionomia do algoz. "Faça esse biquinho quando estiver com o Jean Wyllys, ele vai gostar muito dessa carinha", disse Bolsonaro.

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