Um assunto que vem chamando muita atenção nos últimos dias é a reforma previdencial que está prevista para ter início no próximo ano. O fato é que o sistema previdencial brasileiro (INSS) está em crise e o Governo de Michel Temer propôs a tal reforma que tem como principal meta fazer a limpa em beneficiários com irregularidades e reajustar pensionistas. Quer saber mais? Confira abaixo o que vai mudar.

Idade mínima alterada

A nova proposta de Temer estabelecerá nova idade mínima de 65 anos para se aposentar. A nova medida valerá para homens e mulheres. No caso das mulheres, 5 anos serão acrescidos já que o mínimo para elas era 60 anos.

A medida valerá para mulheres contribuintes com até 45 anos. Para os homens, 50 anos. O tempo de contribuição também contará sendo necessário pelo menos 25 anos, ou seja, 10 anos a mais do que o atual plano que estabelece apenas 15.

Para os homens que possuem mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 que já passaram da idade da transição, mas ainda não podem solicitar a aposentadoria, valerá a regra antiga porém será cobrada uma espécie de pedágio sendo 50% calculado sobre o tempo faltante para aposentadoria solicitada por contribuição.

Novo cálculo

Um nova regra também será imposta para o cálculo da aposentadoria. A mesma passará a ser equivalente a 76% do salário até 25 anos de contribuição.

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Governo Michel Temer

A partir dos 26 anos, passará a contar 1% a mais por ano contribuído. Sendo assim, para receber o valor de aposentadoria integral, o beneficiário terá que contribuir por pelo menos 49 anos.

Pensionistas e Militares

As novas regras também serão para militares e bombeiros. Em relação ao cálculo de transição, será responsabilidade de cada estado estabelecer as regras.

Para os pensionistas civis, a regra ainda será mais incisiva.

Quem atualmente recebe pensões integrais por morte provavelmente receberá apenas 50% do valor. Também será excluído quaisquer reajustes que o salário mínimo possa sofrer.

Para os pensionistas militares, que segundo o governo são responsáveis por aproximadamente 45% do rombo da previdência, não haverá alterações.

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