Logo pela manhã desta quinta-feira (22), o atual Presidente Michel Temer fez um pronunciamento sobre novas reformas de seu Governo.

Ele anunciou que o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) será liberado para saque por contas inativas até Dezembro de 2015 e esta ação tem como principal intuito ativar a economia do País, ou seja, uma recomposição da renda do trabalhador que está há mais de três anos sem receber depósitos devido a recisão de contrato de trabalho.

Temer explicou que não haverá limite para o saque e que cerca de 10.210 pessoas vão poder sacar o dinheiro para qualquer fim. Com base nos cálculos do Governo, os saques podem chegar a R$ 30 bilhões, o que equivale a 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto). O presidente citou que os saques não vão prejudicar os projetos que dependem das verbas do Fundo de Garantia, como a aquisição de moradia e quitação de dívidas, de acordo com o Ministro de Planejamento Dyogo Oliveira. O calendário para saque será divulgado em Fevereiro do ano que vem.

Mudanças Trabalhistas

O presidente também mencionou que haverá novas reformas nas legislação trabalhista e convidou os jornalistas, para que eles estejam no Palácio do Planalto a fim de apresentar as propostas elaboradas pelo Ministério do Trabalho, no sentido de fazer uma adesão que não decepcione os trabalhadores. Michel Temer aproveitou e fez um pronunciamento sobre os juros dos cartões de créditos, que no primeiro semestre do ano que vem serão reduzidos quase pela metade, o famoso juro rotativo de trinta dias.

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Michel Temer

Ele comentou com os jornalistas sobre sua atuação no Governo durante estes sete meses, dizendo que um dos seus primeiros atos foi identificar e revisar a meta fiscal para 2016, aprovando um projeto de lei que reduziu o déficit do Brasil em R$ 170,5 bilhões. Abordou também a PEC que estabelece um teto para os gastos públicos pelo os próximos vinte anos. Foi mencionado também o plano de reforma Previdenciária, sendo este um dos grandes temas nacionais dez dias depois de ser lançada, sobre a qual ainda há grandes debates, que serão avaliados pelos parlamentares, para que seja garantido um efeito positivo para o futuro da Previdência.

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