As pesquisas de opinião pública continuam comprovando a reprovação dos brasileiros ao presidente Michel Temer (PMDB). Temer assumiu a presidência do Brasil com a saída de Dilma Rousseff, após ela sofrer o impeachment, em maio de 2016.

A justificativa usada para tirar a presidente Dilma do poder foram as "pedaladas fiscais", ainda que sua defesa argumentou que isso não daria motivo para um presidente perder o mandato.

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Mas, desde que o vice de Dilma, Michel Temer, assumiu a presidência, ele não tem conseguido conquistar simpatia pela sua administração, tão pouco suas reformas e mudanças no governo não têm agradado e tido boa repercussão.

"Fora Temer" ecoou alto na avenida

Neste ano, o Carnaval, que á a maior festa popular brasileira, foi um momento não apenas de diversão e descontração, mas um período em que o reflexo da insatisfação popular apresentou-se e ecoou nas ruas e avenidas.

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Muitas marchinhas de carnaval foram fortes e de bom tom exigindo o "Fora Temer" e nem os jornalistas das diversas emissoras que cobriam a festa conseguiram abafar esse grito. Durante as matérias que apresentavam a repercussão da festa e os desfiles na avenida, podia-se sempre ouvir ao fundo alguma multidão pedindo a saída de Michel Temer.

Para muitos, a investigação da Lava Jato é encenação, pois continua sorrateiramente ocultando e privilegiando políticos da casa, ou seja do (PMDB) - muitos dos quais tiveram envolvimento comprovado nos esquemas de corrupção.

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Política Carnaval

O espírito do "Golpe"

Para o Partido dos Trabalhadores (PT), que foi tirado do poder, isso revela o "verdadeiro espírito do golpe político" que alegam ter sofrido e do impeachment orquestrado contra Dilma, em maio de 2016.

Eles alegam que a grande prova desse fato é que quem presidiu o impeachment de Dilma foi, nada mais nada menos, que o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), que hoje está preso, depois de serem comprovados seus crimes de corrupção.

Os petistas acrescentam ainda que o vice de Dilma, Michel Temer e seus aliados do (PMDB), que participavam do governo, conspiraram todo tempo para que hoje Temer estivesse exatamente onde está: no poder.

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