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Uma proposta de projeto de lei que está sendo analisada no Senado Federal tem causado apreensão de todos os lideres de denominações religiosas no Brasil. O projeto visa acabar com a isenção fiscal que as igrejas desfrutam no Brasil.

A atual proposta teve início em um movimento na internet e, principalmente, nas redes sociais, e vem ganhando força a cada dia que passa. A proposta lançada na página do Senado, como ideias legislativas, alcançou milhares de assinaturas favorável ao projeto em poucos dias, e será analisada pelas comissões que tratam dos assuntos referentes a proposta no Congresso Nacional.

Já na Câmara, o deputado Arthur Oliveira Maia, do PPS da Bahia, é relator do Projeto de Emenda a Constituição que trata do fim de isenções fiscais para entidades sem fins lucrativos.

Segundo o deputado, se aprovada a PEC, o Governo Federal arrecadará cerca de quase 13 bilhões a mais e servirá principalmente para ajudar a reduzir o déficit no INSS.

Na contramão da proposta, a bancada evangélica refuta veementemente o projeto. O deputado Marco Feliciano alega que as igrejas evangélicas contribuem para um trabalho social importante no país, fazendo muitas vezes o papel que o Estado não consegue fazer, que é dar o apoio psicológico a muitas famílias. Também alega que muitas igrejas mantém creches e casas de recuperações de dependentes químicos, ajudando o Estado a resolver vários problemas crônicos dentro da sociedade.

O atual presidente da República, Michel Temer, ainda não se manifestou concretamente referente ao projeto, mas sua equipe econômica tenta a todo custo aprovar reformas econômicas visando diminuir o rombo das contas públicas.

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Se por um lado os lideres evangélicos lutam por mais espaço na Política, visando aumentar suas representações no espaço democrático do Congresso Nacional, por outro lado, movimentos nas redes sociais buscam cada vez mais apoio a projetos que dificultam o acesso dos religiosos aos projetos discutidos na nação. Só nos restam aguardar para ver quem sairá vencedor nessa proposta.