Muitas pessoas dizem desconfiar dos indivíduos considerados, ou que se intitulam, “politicamente corretos”, isto é, aqueles que têm uma opinião formada sobre tudo e não assumem em hipótese alguma os seus medos, fraquezas, erros e “pecados”.

Aliás, o atual cenário político-econômico brasileiro está infestado desses seres repugnantes, que representam constantemente um tipo de “bom moço”, o que muitas vezes não corresponde à realidade.

Exemplos negativos não faltam sobre os políticos “mantenedores de integridade”, mas que se encontram atolados até os pescoços em fraudes, desvio do dinheiro público, comportamentos facistas em relação ao que é diferente, conforme se pode observar nos casos que eclodem sucessivamente na mídia em geral.

A bola da vez, no que diz respeito a um escândalo pessoal, porém, que já veio a público, é o protagonizado pelo deputado #Eduardo Bolsonaro e a sua ex-namorada Patrícia Lélis (a mesma que esteve envolvida em acusar o pastor e deputado Marcos Feliciano do #PSC-SP por assédio sexual).

Eduardo é um político pertencente ao PSC (Partido Social Cristão) de SP e filho do pré-candidato de direita à presidência da República #Jair Bolsonaro.

A jornalista, logo após ter feito o BO (Boletim de Ocorrência) [VIDEO] contra o ex-namorado Eduardo no dia 14 deste mês, vem declarando publicamente que se tornou vítima de ameaças e perseguições agressivas de elementos relacionados ao partido do político em questão.

O estopim da desavença teve início com a postagem por parte de Bolsonaro na rede social do Facebook, taxando a moça de ser feminista e frequentar festa LGBT junto de um médico oriundo de Cuba; sendo que Lélis usava uma roupa muito vulgar e dançava rebolando até o chão, conforme reiterou o deputado.

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Alguns ousam dizer que, muito provavelmente, Eduardo Bolsonaro possa ter sido acometido de uma violenta crise de ciúmes, uma vez que, segundo Lélis, ela que já militou para o PSC, também namorou no passado Bolsonaro, que por sua vez não confirma a afirmação da mulher.

Patrícia fez absoluta questão de dar a Eduardo uma resposta no Instagram, dizendo que o ex-namorado possuía pensamentos machistas e atrasados, o que não seria suficiente para a calar ou a humilhar, postagem esta que ganhou mais de 18 mil curtidas.

Foi então que o inferno astral de Patrícia teve início, segundo palavras dela própria, pois quando caminhava por Brasília, tinha que ser escoltada por seguranças, mas depois do post no Facebook, a situação só fez piorar e ela passou a receber muitas ameaças de pessoas com ligação direta ao PSC que iam encara-la nos lugares que ela estava acostumada a frequentar.

Diante dos acontecimentos, Patrícia se dirigiu à Delegacia de Atendimento à Mulher do Distrito Federal e registrou BO por ameaça e injúria, levando a delegada de plantão a averiguar o CPF de Eduardo Bolsonaro.

Nesse meio tempo, a assessoria do deputado somente se deu ao trabalho de dizer que não comentaria tais “afirmações absurdas e insanas”.

Diante do exposto acima, é conclusivo que a conhecida frase “Brasil mostra a sua cara” nunca esteve tão em moda como agora.