O Brasil vem vivendo uma grande crise política atualmente e isso se dá pelo fato de o presidente da República Michel Temer estar sendo acusado pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot de ter protagonismo em atos de corrupção passiva. A suspeita surgiu após a delação do empresário dono da JBS Joesley Batista, na qual o próprio apresentou um áudio em que o presidente Michel Temer falava sobre manter o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha de "boca fechada" dentro da prisão.

Após essa explosão na mídia, um processo foi aberto contra o atual presidente, para ser investigado no Supremo Tribunal Federal (STF). Para isso, o processo deve ser aprovado por 2/3 na Câmara dos Deputados e depois pela maioria (50% mais 1) no Senado Federal. Caso haja essa aprovação, o presidente será afastado até que a investigação seja concluída, caso seja absolvido voltará ao seu cargo. Eleições indiretas serão convocadas se Temer for condenado, enquanto isso, quem assume interinamente é o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.

Cúpula do PSDB se reúne para decisão

O Motivo da Reunião dos tucanos foi exatamente decidir se ficará contra ou a favor de Michel Temer neste processo, já que o partido conta com muitos deputados federais dentro da Câmara dos Deputados e muitos senadores federais dentro do Senado Federal, ou seja, o apoio deste partido é muito importante para Michel Temer se perpetuar no poder.

Geraldo Alckmin, Aécio Neves e até mesmo o ex-presidente FHC, participarão da reunião para decidirem se continuam na base do governo Temer durante essa grande crise política que o governo federal vem enfrentando.

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PSDB

O presidente da República Michel Temer sofre oposição do Partido dos Trabalhadores (PT), no qual já compôs a chapa presidencial ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff, porém, Temer se afastou do partido após não ter apoiado o governo petista durante o impeachment de Dilma em 2016 e, durante a crise política do governo do PT, ter enviado uma carta para a petista, afirmando ser um vice decorativo e não tomar decisões em seu governo.

Após a saída de Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer assumiu e propôs duas reformas que julgou necessárias para o país, como a da previdência social e dos direitos trabalhistas, porém, estas devem paralisar ou serem atrasadas se Michel Temer deixar a presidência no meio do seu mandato. As novas eleições diretas são em 2018, mas o novo comandante do país deve assumir antes, com a saída de Temer.

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