As Eleições de 2018 têm de tudo para ferver o cenário midiático. Isso se dá por causa de diversos escândalos de corrupção que assolam o Brasil nos últimos tempos. É possível que nomes inusitados e duvidosos, como é caso do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, condenado a 9 anos e meio de prisão em primeira instância, candidatem-se para o pleito.

A grande dúvida que o brasileiro vem enfrentando é de saber quem são os candidatos à Presidência da República, até porque surgem novos nomes na mídia e poucos se manifestam como verdadeiros presidenciáveis. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE [VIDEO]) proíbe que aspirantes ao cargo se declarem presidenciáveis antes de começarem suas campanhas eleitorais.

Eles só podem se denominar como "pré-candidatos à Presidência da República", caso contrário, o ato pode ser caracterizado como campanha antecipada.

Pesquisa por meio do jogo

Uma pesquisa presidencial foi feita por meio de um 'jogo' na internet para simular possíveis segundos turnos. Os menos votados foram candidatos como o ex-presidente Lula e o deputado federal Jair Messias Bolsonaro, os mais cotados para um segundo turno em 2018 em outras pesquisas. O jogo, chamado "Imagina no Segundo Turno", coloca pessoas admiradas pela população, como a presidente do STF, Cármen Lúcia, e o juiz federal responsável pela Operação Lava Jato, Sérgio Moro.

O jogo apresentava duas figuras para um segundo turno e o jogador teria que escolher uma dentre as duas. Cármen Lúcia ganhou 80% das disputas contra outros possível candidatos e Sérgio Moro, 78% das disputas.

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O que impressionou bastante foi que o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, mais conhecido como FHC, ficou na terceira posição, com 74% das vitórias. O ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, ficou empatado com FHC.

O único que ultrapassou 70% das vitórias nas disputas, em possíveis segundo turno foi o prefeito de São Paulo, João Dória. Lula e Michel Temer ficaram pouco acima de 30% e os apresentadores de TV, Luciano Huck e Roberto Justus, ficaram com quase 60% dos casos.

O jogo

É importante relembrar que o jogo não deve ser tratado como uma pesquisa presidencial, até porque não segue nenhum rigor técnico seguido por pesquisas convencionais.