A grave crise política enfrentada pelo governo do presidente da República, Michel Temer, atingiu patamares extremamente elevados e agora atinge diretamente ao grupo que comanda o maior "império" das telecomunicações no país, as Organizações Globo, que são comandadas pela família do jornalista já falecido, Roberto Marinho.

Um novo componente vem trazendo mais "lenha à fogueira" da crise política no Brasil; o papel desempenhado pela Rede Globo de Televisão, diante de todos os escândalos que vieram à tona em relação ao presidente Temer. A maior emissora do país está sendo vista como muito "crítica" e substancialmente contrária ao atual mandatário do país.

Tentativa de 'trégua'

O governo do presidente da República, Michel Temer, tentou infrutiferamente um acordo com a cúpula da Rede Globo de Televisão, para que a emissora acertasse todas as suas dívidas pendentes, inclusive, em relação ao pagamento de impostos. Entretanto, essa "tentativa" acabou se tornando frustrada, já que não teria havido um entendimento entre o governo federal e a maior emissora de televisão do Brasil.

A ação concretizada pelo governo de Michel Temer havia sigo deflagrada a partir do envio do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, para que pudesse dialogar com a cúpula da emissora carioca, porém, tudo teria sido em vão.

Após consumado o fracasso das negociações entre o Palácio do Planalto e a cúpula da Rede Globo de Televisão há cerca de dois meses atrás, o presidente Michel Temer teria dado um "basta" ao episódio e literalmente, declarado "guerra" à emissora de TV, que se encontra cada vez mais "crítica" ao governo Temer.

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Uma das principais ações concretas implementadas pelo atual mandatário do país é que fossem determinadas por ordem presidencial, a execução de dívidas da Rede Globo com a União. Trata-se de de dívidas relacionadas ao pagamento de impostos e inclusive, financiamentos no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

A emissora da família Marinho, vendo-se "acuada" em relação à determinação do governo, iniciou um verdadeiro contra-ataque.

A Rede Globo determinou que seus principais executivos se aproximassem de algumas das principais figuras da crise política no país, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do DEM do Rio de Janeiro. Um dos objetivos da emissora, a partir dessa tentativa de aproximação, é que Rodrigo Maia se torne presidente da República, mesmo que pelo período de um ano, até que ocorra a eleição direta para a Presidência da República.

Vale ressaltar que são cada vez mais constantes, as conversas entre Maia e o vice-presidente de Relações Institucionais da Rede Globo, Paulo Tonet. Parlamentares da base de apoio e sustentação ao governo Temer, já falam abertamente em cassar concessões da TV Globo, assim que vencerem os prazos, que são renovados por uma comissão responsável na Câmara dos Deputados.

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