Uma das mais polêmicas figuras do cenário político brasileiro é o deputado Jair Bolsonaro. O deputado bolsonaro é constantemente ligado a discursos que ofendem os princípios dos direitos humanos e a defesa do regime militar, a ditadura. O deputado é militar da reserva do exército brasileiro, o mesmo já foi capitão no 8º grupo de artilharia de campanha paraquedista, quando na época os seus superiores o classificaram como "um homem que tem grande necessidade de se realizar economicamente".

Justamente por ser conhecido por seu ímpeto em defender o conservadorismo e ser contra o comunismo, o deputado quase sempre cria uma nova polêmica a cada declaração que faz, principalmente quando passa a criticar os representantes políticos da esquerda brasileira, minorias raciais, religiosas, ou até mesmo ideológicas. Outro momento em que se envolveu em uma polêmica recente foi quando o mesmo, ao defender o projeto de lei proposto pelo seu filho, o também deputado Eduardo Bolsonaro, Jair afirmou que "criminalizar a apologia ao comunismo é defender a pátria contra projetos "vagabundos" da esquerda brasileira".

O projeto do filho de Bolsonaro, se for aprovado, irá tornar crime de apologia: fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que usem a cruz suástica ou gamada, a foice e o martelo ou quaisquer outros meios para fins de divulgação favorável ao nazismo ou ao comunismo, e poderá levar a uma pena de 2 a 5 anos de prisão a quem desobedecer a lei.

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Jair Bolsonaro

Fim de uma longa espera

Em 9 de dezembro de 2014, o deputado Jair Bolsonaro ( PSC-RJ) subiu ao plenária da Câmara de Deputados, ao defender seu ponto de vista sobre o regime militar, onde o mesmo serviu como capitão do exercito, o mesmo acabou proferindo algumas palavras que para muitos especialista foi um verdadeiro discurso de horror. No discurso do deputado, o mesmo criticou veementemente o discurso da deputada Maria do Rosário, que em sua fala tratou sobre os direitos humanos.

No discurso de Bolsanaro, o mesmo chamou os defensores dos direitos humanos, no Brasil, de defensores de vagabundos, já que o mesmo afirma que no Brasil os direitos humanos só defendem bandidos, ladrões e até políticos corruptos, citando diretamente a ex-presidente Dilma Rousseff.

O que parece ser o fim da disputa judicial entre ele e a deputada Maria do Rosário foi a sentença anunciada pelo STJ ( Supremo Tribunal de Justiça ), nesta terça-feira (15).

Na sentença, o deputado Bolsonaro foi condenado a pagar um valor de R$ 10 mil reais em indenizações a deputada. Ao ser procurado pela imprensa, o réu afirmou que irá recorrer da decisão.

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