Por essa o Deputado Federal Jair bolsonaro não esperava. Após ter recurso rejeitado no STF na ação movida por pela Deputada Maria do Rosário, agora ele terá que explicar a denúncia feita pelo Ministério Público Federal de Minas Gerais.

Direto ao assunto

Recentemente (fim do mês julho), o Ministério Público Federal de Minas Gerais recebeu um material contendo pendrives, livros, registros em redes sociais, fichas de inscrição ao movimento ‘Pátria Livre’ e, dentre esses documentos, estava uma carta enviada [VIDEO] pelo Deputado Jair Bolsonaro.

O principal problema é que esse material que foi apreendido estava juntamente com alguns homens condenados pelo Tribunal Regional Federal (TRF) por crimes como corrupção de menores e apologia ao Nazismo.

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E onde entra o deputado nessa denúncia? A tal carta encontrada estava endereçada a um desses homens condenados (supostamente nazistas) [VIDEO].

Os documentos serão analisados pelo Ministério Público Federal e, caso haja uma relação como neonazismo, será aberta uma ação processual contra Bolsonaro.

Esse material foi enviado para o Ministério Público Federal juiz federal, Murilo Fernandes de Almeida, titular da 9ª Vara. Até então, o caso corre em segredo de Justiça.

Os homens envolvidos no caso neonazista condenados pela Justiça mineira

Uma foto publicada nas redes sociais mostrava um homem simulando o enforcamento de um morador de rua com correntes de aço. O cenário era uma das principais avenidas de Belo Horizonte.

Logo essa foto viralizou na web e causou o clamor social pela explicação dos fatos.

Isso ocorreu em 2013, e logo as autoridades localizaram os rapazes envolvidos na condenável cena e foi movida uma ação penal contra eles.

Após investigação da Justiça mineira, descobriu-se que tratava-se de pessoas (atualmente condenados), que propagavam ideias nazistas e apologia à ‘supremacia branca’.

Em suas redes sociais, além da foto em que o homem enforcava o morador de rua, havia diversas mensagens racistas, xenofóbicas, nazistas que incitavam a violência e o preconceito contra pessoas vistas por ele como minorias.

O homem se autodenominava em suas redes sociais “skinhead white power”, o réu principal no processo foi condenado a 8,5 anos em 16 de abril de 2016 pela juíza de direito, Raquel Vasconcelos Alves de Lima.

O mesmo homem já havia se envolvido em dois episódios semelhantes que resultaram em sua prisão, uma em São Paulo, quando agrediu alguns skatistas que estavam na avenida Paulista, e outra em Belo Horizonte, quando esfaqueou um homossexual [VIDEO] na praça da Liberdade.