Um fato inusitado ocorreu no dia 1º de setembro de 2016, em um posto de assistência da Previdência Social na Asa Sul, em Brasília. Naquele dia, o ex-ministro da equipe da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) [VIDEO], o qual respondia pela pasta da Previdência, Carlos Gabas esteve com uma secretária particular da petista para junto, protocolarem documentos que validavam a aposentadoria de Dilma Rousseff.

Ocorre que a operação queconcedeu a aposentadoria de forma rápida e eficiente não era compatível com o órgão naquela ocasião, ou seja, Dilma ganhou benevolências irregulares para o adiantamento do benefício.

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As informações são de autoria da equipe de auditores do Governo Federal que filtraram supostas fraudes sucedidas sob os alicerces do INSS.

O resultado foi divulgado ao Palácio do Planalto na última semana e praticamente, deixou a ex-presidente em 'maus lençóis', significa dizer que, servidores do órgão junto ao ex-ministro da pasta Carlos Gabas agiram com discrição, para facilitarem o provento continuo da petista.

Desta feita, os implicados deverão ser reconhecidos a fim de que respondam pelos seus atos, uma vez que a auditoria comprovou a ocorrência da participação de vários servidores. Ainda assim, foram diagnosticados documentos incoerentes para a dispensa dos requisitos obrigatórios.

De fato, também foi notório naquela ocasião que Dilma Rousseff não compareceu ao posto da Presidência para realização de benefício sendo ele, de caráter personalíssimo, ou seja, não há condição do não comparecimento do segurado, no entanto, é imprescindível a sua presença, fato esse que não aconteceu.

Esclarece ainda que a revista "Veja" publicou trechos revelando as articulações realizadas às escuras e sem o cumprimento legal dos prazos necessários, desrespeitando assim, as filas e desobedecendo a preceitos fundamentais para alcançar o teto máximo de R$ 5.189,00 como foi realizado.

Portanto, há que se lembrar de que o dia 31 de agosto de 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff, foi provida de vantagens ilegais ao alcançar a aposentadoria vinculada ao INSS com teto máximo. Coincidência ou não, a reportagem também publicou que o ato praticado em nome da petista, ocorreu ao mesmo tempo em que o Senado Federal formalizava a cassação da Presidente da República, sendo ela, automaticamente destituída do cargo e liberando o comando do país, ao seu vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP).