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Parece que a defesa do presidente Michel Temer não gostou das últimas denúncias feitas pelo procurador Rodrigo Janot, já que segundo informações, a defesa do presidente mandou suspender o procurador. O fato aconteceu nessa terça feira dia 8 e foi mandada para o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Edson Fachin, pelo advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira. Esse pedido, que foi mandado para Fachin, é para retirar Janot do inquérito que o presidente Temer está sendo investigado

Segundo o advogado, já tornou notório e público que o ministro Janot vem fazendo muitas ações e se excedendo além dos limites constitucionais que são legais ao cargo que ocupa e que são inerentes a esse mesmo cargo.

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No pedido, Mariz afirma que Janot faz uma atuação, muito evidente, com interesses e motivações completamente pessoais. Alguns colunistas de alguns jornais e portais de notícias, já haviam antecipado essa estratégia da defesa de Temer, como uma última “cartada” no jogo político que está envolvido.

O ministro fez a denúncia contra o presidente, graças a delação premiada do executivo da empresa J&F, empresa essa que controla a JBS, que dentro da denúncia, está o crime de corrupção passiva. Acontece que segundo a regra, o Supremo só pode analisar essas denúncias, se o Congresso autorizasse, coisa que não acontece, porque a maioria dos deputados federais, rejeitaram o processo da investigação e o segmento desse processo.

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Assim sendo, esse processo do Ministérios Público ficará parado até o final do mandato de Temer, fim do ano de 2018.

Mas o mundo político ainda espera que Janot faça uma nova denúncia contra o presidente com base dessas delações da JBS. Segundo informações o ministro enxerga que há uma forte materialidade para fazer uma nova denúncia, e também, uma denúncia por obstrução da justiça, crime previsto.

Nesse documento mandado para o STF, que foi escrito pela defesa, está escrito que o ministro Janot tem uma ideia quase fixa de fazer acusações contra o presidente da república, e deixou se tomar por uma questão única e obstinada, com muita teimosia, tenta tirar o presidente do seu posto. No documento ainda diz que o ministro deu uma entrevista onde disse que se ainda há bambu, vai atirar várias flechas, fazendo uma alegoria sobre as denúncias feitas.

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Ainda, diz que fez atos que não estão a sua ossada, já que deu imunidade ao empresário Joesley Batista que é dono da JBS antes de averiguar as denúncias feitas.