A reforma política que está sendo analisada por uma comissão especial na Câmara dos Deputados [VIDEO] aprovou na última semana o modelo eleitoral conhecido como Distritão [VIDEO] para ser implementado no Brasil. Líder do governo no Congresso Nacional, o deputado André Moura (PSC-SE) afirmou que o Distritão não teria o apoio do número mínimo de deputados, 308, para ser aprovado.

O articulador do governo afirmou que crê que a maioria dos deputados apoiam o novo modelo, mas, da mesma forma, pensa que essa maioria não seria a mínima exigida pelas regras da casa para se aprovar uma PEC. Segundo o regimento interno da Câmara, para que uma Proposta de Emenda à Constituição seja aprovada são necessários pelo menos 308 votos no plenário da Casa Legislativa.

O principal problema para a aprovação, na opinião de Moura, é o fato de alguns partidos terem fechado questão contra o Distritão, como, por exemplo, o PT e PR.

Fundo de financiamento de campanha

Outro ponto impopular aprovado pela comissão especial é o Fundo Público para financiar as campanhas dos políticos no valor de R$ 3,6 bilhões. Ainda não se sabe de onde esse dinheiro sairá, até o momento, a única definição por parte dos deputados é que o valor não será retirado de seus "direitos", como emendas, por exemplo.