O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva é muito polêmico no Brasil e também possui uma certa influência internacional, pelo fato que já assumiu um dos principais países emergentes do mundo, o Brasil, por dois mandatos e elegeu uma sucessora ao cargo por mais dois mandatos. Por isso, as suas manifestações correm por todo o mundo.

O petista Lula e o PT são os representantes mais populares da esquerda dentro do Brasil. Durante o lançamento do Instituto Futuro, o ex-presidente aproveitou para fazer política e mandar um Recado para o homem mais importante do mundo, Donald Trump presidente dos Estados Unidos da América, país com a maior economia do mundo.

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Recado de Lula

O ex-presidente Lula se pronunciou sobre a crise política e econômica na Venezuela após Trump ameaçar fazer uma intervenção militar no país para acabar com o governo de Nicolás Maduro.

O petista citou que nenhum erro do presidente da Venezuela justifica uma luta com armas e que os problemas do país têm que ser resolvidos com diálogo e não com violência.

Lula se demonstrou completamente contra a atitude do presidente Donald Trump e criou uma grande polêmica quando se referiu a ele, até porque mandou um recado para o homem mais importante do mundo e também muito polêmico por suas declarações. Para o petista, o presidente dos EUA [VIDEO] é muito agressivo nas relações internacionais e não sabe dialogar.

Lula preso?

O ex-presidente sofre diversos processos na Justiça brasileira, onde alguns deles é no âmbito da Operação Lava Jato, dos quais em um o petista foi condenado em primeira instância a 9 anos e meio de prisão por ter supostamente recebido um apartamento tríplex no Guarujá, no litoral de São Paulo, em forma de propina da empreiteira OAS, a qual teria sido favorecida pelo petista durante o seu governo em contratos firmados com a estatal Petrobras.

Lula deve ser julgado em segunda instância pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região [VIDEO] (TRF4), em Porto Alegre, que irá analisar a sentença do juiz federal Sérgio Moro. O ex-presidente pode desde se livrar da sua pena até ver a pena de prisão ser aumentada por ter supostamente executado crimes de corrupção e aparelhado o sistema entre governo e empresas privadas, as quais regavam o governo petista em propinas para conseguir benefícios e se tornarem as maiores empresas do país, criando monopólios gigantescos que prejudicavam o mercado. O julgamento em segunda instância deverá ocorrer em 2018.