Apoiadores de Lula, militantes e seguidores do ‘Lulismo’ fazem campanha via web e redes sociais. Dentre seus ativistas, estão a socióloga e ex-ministra da secretaria de política para mulheres Eleonora Menicucci.

Menicucci é militante petista, feminista e foi ministra no governo da ex-presidente Dilma Rousseff. [VIDEO]

Segundo a ex-ministra, o judiciário e as elites brasileiras classistas, dominantes, transfóbicas, escravocratas, sexistas e homolesbo não aceitam ser governados pela esquerda, ainda mais se seus governantes forem uma mulher ex-presa política ou um ex-operário como foi o caso de Dilma e Lula respectivamente.

Na análise de Menicucci, a sociedade é comandada por um grupo de cinco famílias que controlam o capital financeiro rentista e a mídia.

Eleonora Menicucci ainda manda um recado dizendo que todos sairão às ruas para defender Lula, no que ela chamou de ‘Caçada’ [VIDEO] ao se referir à perseguição que, segundo ela, a esquerda e suas lideranças sofrem.

Outra que tem usado as redes sociais para convocar a militância esquerdista é a senadora e atual presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann. Com a tag #TocomLula, Gleisi faz uma espécie de convocação aos Lulistas e esquerdistas do Brasil para que todos apoiem o ex-presidente Lula neste dia 13.

O fato é que cada um dos militantes, a sua maneira, tenta de alguma forma fortalecer o então réu na Operação Lava Jato, Luiz Inácio Lula da Silva.

Outro militante não menos importante, ligado ao movimento esquerdista que se manifestou recentemente, foi João Pedro Agustini Stedile (veja o vídeo no final da matéria).

Stédile é a atual liderança mais notória nacionalmente do Movimento Sem Terra, grupo social que tem laços estreitos e fortes com PT e com Lula consequentemente.

Nó término da ‘caravana’ que Lula fez recentemente ao nordeste, em uma espécie de pré campanha João Stédile fez um discurso fervoroso aos seus seguidores, dizendo que ‘eles tem que colocar Lula e volta na presidência do Brasil e 2018’.

Segundo Stédile, a direita está perdida porque não representa o povo, e que a única forma de deter que a esquerda volte ao poder é ‘judicializar’ o então representante da esquerda, Lula.

Disse também que não adianta os militantes ficarem agradando Lula, que eles têm que arregaçar as mangas e lutar, que essa luta só termina em primeiro de janeiro de 2019 em uma espécie de convocação aos militantes que assistiam atentamente ao seu discurso em um estado de euforia.

O líder do MST concluiu seu discurso enfurecido dizendo que hoje dia 13 de setembro quando “aquele MERDINHA’ do juiz de Curitiba, repreendido por um cutucão de um correligionário corrigiu, tá bom não é merdinha, é ‘BUNDÃO’ do Sérgio Moro que não tem moral nenhuma para criminalizar o ex-presidente Lula, que os militantes dos movimentos populares estarão em Curitiba pra dizer:

“Não mexa com Lula [VIDEO], que mexe com nós”, concluiu Stédile em uma espécie de recado ao Juiz Federal Sérgio Moro.

Veja o vídeo: