O pré-candidato à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro, esteve em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, nesta quinta-feira (14), para o lançamento de seu livro, "Jair Bolsonaro: Mito ou Verdade" e para dar uma palestra na cidade. Quando chegou ao Aeroporto Internacional de Confins, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ele foi recebido por aproximadamente 1,5 mil pessoas, segundo a Polícia Militar de MG.

Discurso

Na saída do terminal de Confins, Bolsonaro fez um discurso acalorado em cima de um carro de som e cercado por seus admiradores, ele afirmou que caso chegue à presidência do Brasil, haverá muitas mudanças [VIDEO] e deixou claro como pretende governar o país.

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Jair fez uma explanação sobre quais são seus pontos de vista sobre a situação em que o Brasil se encontra e aproveitou para fazer uma promessa, que certamente realizaria o sonho da maioria dos mineiros.

De acordo com o portal de notícias online do jornal Estado de Minas, Jair Bolsonaro foi recebido por seus admiradores que gritavam palavras de ordem e pediam a volta da ditadura ao Brasil e idolatravam os torturadores que agiram nos porões do militarismo neste período [VIDEO]. O parlamentar, que insiste em dizer que não é candidato à presidência do Brasil, subiu no palanque e sem papas na língua, mostrou a que veio.

Direitos humanos

Para Jair Bolsonaro, "bandido bom é bandido morto" e sendo assim, ele mandou um recado para os "canalhas dos Direitos Humanos": não vão receber sequer um centavo em seu governo. Ele também afirmou que durante seu mandato militar não vai se sentar nos bancos dos réus: "Se eu chegar lá, soldado meu que vai para a guerra não senta no banco dos réus".

"Trazer o mar para Minas Gerais"

Durante sua fala, Bolsonaro disse que é preciso saber exploras as riquezas naturais do Brasil, que segundo ele, estão nas mãos dos chineses.

Neste momento, ele prometeu que irá abrir uma saída do mar para Minas Gerais. "Nós vamos satisfazer o desejo do mar de ganhar Minas, podem ter certeza disso".

'Se matar preciso for, que mate'

Segundo o parlamentar, é preciso dar uma boa retaguarda jurídica aos homens e mulheres que trabalham na segurança pública, arriscando suas vidas nas ruas do Brasil, para que possam cumprir seu papel. "Se matar preciso for, que mate".

Minorias e sexualidade

Para Jair Bolsonaro, escola não é lugar para falar e ensinar sobre sexualidade, isso cabe à família de cada criança. E que vai existir dia dos pais e dia das mães, nada mais que isso e que a minoria vai ter que se adaptar ao que a maioria pensa. "Não tem esta historinha de família multicultural. A maioria tem que fazer valer a sua condição e nós somos a maioria".

Assista ao discurso de Jair Bolsonaro em Belo Horizonte: