Em vídeo postado pelo próprio deputado na sua conta do Twitter, Jair disse que "vai ser uma desgraça" comandar o país na situação que se encontra.

O deputado também disse que o Brasil precisa de um homem honesto, cristão e patriota. E polemizou, dizendo que essas três palavras são como palavrões e coisa de gente "careta" dentro da Câmera dos Deputados.

Mas o que mais impactou foi a declaração que o deputado deu, dizendo que, caso ganhasse as eleições de 2018, sua vida estaria arruinada.

"Se um dia eu chegar a ser presidente, vai acabar minha vida.", disse o deputado federal que — mesmo com todo esse cenário nada favorável para qualquer um que sente na cadeira presidencial — ainda almeja comandar o Brasil.

Viagens de Bolsonaro pelo o Brasil e visita a Israel

Bolsonaro [VIDEO]é pré-candidato à Presidência da República de 2018. Por isso, ele vem, nos últimos meses, fazendo viagens por todo país para conhecer mais as precariedades que o Brasil passa no momento.

Recentemente, o deputado também viajou para Israel, que vai tentar, caso seja eleito em 2018, uma aproximação do Brasil com o país Judaico.

Rivalidade com o ex-presidente Lula

Seu maior rival para as eleições de 2018, ainda continua sendo o ex-presidente Lula, que fez uma recente caravana pelo Nordeste.

O petista [VIDEO] também foi condenado por Sergio Moro, em primeira instância, pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, no caso do Tríplex em Guarujá. A pena arbitrada pelo juiz Moro foi de 9 anos e 6 meses de detenção.

No entanto, Lula ainda passará por pelo menos mais três orgãos (Tribunal Regional Eleitoral, Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça) para que ele se torne inelegível e deixe o caminho mais fácil para uma possível vitória de Bolsonaro ao pleito de 2018.

Recentemente, Lula teve outro encontro com Sergio Moro que ao final questionou a setença do juiz no caso do tríplex em Guarujá, dizendo que não houve imparcialidade de Moro naquele último encontro. Mas o magistrado respondeu que, para ele, o petista era sim culpado e que não caberia ao ex-presidente aquele tipo de comentário.

A luta de Bolsonaro dentro do Congresso

Bolsonaro sempre criticou o que é conhecido como "kit gay", que foi apelidado pelo próprio deputado de forma pejorativa para criticar um suposto material escolar, que tem por objetivo a obrigatoriedade dentro das escolas de crianças aprenderem, logo cedo, como funciona o sexo. No entender de Bolsonaro e vários deputados da bancada evangélica, este material abre brecha para pedofilia por ser mostrado a crianças abaixo dos 7 anos de idade.